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Despertando os filamentos adormecidos de nosso DNA

Posted in Despertar os filamentos adormecidos de nosso DNA with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 21, 2012 by carl1ike


OS 12 FILAMENTOS DO DNA – NOSSO PATRIMÔNIO ESPIRITUAL
Por Kate A. Spreckley

Durante anos a ciência reconheceu que temos dois filamentos físicos ativos de DNA. Além desses, temos 10 filamentos energéticos que estiveram adormecidos no Ser Humano durante séculos. Estes filamentos adormecidos de DNA foram descobertos pelos cientistas que, não sabendo qual seria a função deles, identificou-os como DNA “lixo”.

O ácido desoxirribonucléico (DNA) é um ácido nucléico que contém todas as instruções genéticas utilizadas no desenvolvimento e funcionamento de todas as coisas viventes. A função principal do DNA é o armazenamento de informações em longo prazo. O DNA é freqüentemente comparado a um conjunto de projetos, já que ele contém as instruções necessárias para construir outros componentes de células. Os segmentos de DNA que carregam as informações genéticas são chamados genes, mas outras seqüências de DNA têm propósitos estruturais ou estão envolvidas na regulamentação do uso das informações genéticas.

Portanto, o nosso DNA é o nosso projeto pessoal e, como tal, contém toda a nossa informação mental, física, emocional e Espiritual.

O Ser Humano original tinha 12 Filamentos de DNA trabalhando ativamente e mantendo a função total do Humano como um Ser Espiritual. Com a nossa preocupação exagerada com o pensamento através do lado esquerdo do cérebro, e com o fechamento dos nossos centros do coração, estes filamentos “extras” de DNA se perderam. Como conseqüência desta perda, nós passamos a viver em uma sociedade espiritualmente deficiente e as nossas capacidades intuitiva e curativa foram reduzidas drasticamente. Outro resultado dessa perda é que nós acessamos e usamos apenas uma pequena parte dos nossos cérebros.

O corpo humano é a coisa mais valiosa que jamais possuiremos. Ele armazena e mantém uma abundância de informações, sabedoria e conhecimento sobre todos os aspectos de nós mesmos, do nosso mundo e de toda a vida. Combinações de inteligência são armazenadas no interior do Ser Humano, e uma grande quantidade de dados é armazenada dentro do corpo. Dentro dos nossos corpos, estão as fórmulas necessárias para reproduzir outras formas de inteligência por todo o Universo.

No momento da concepção, nós recebemos das nossas duas linhagens sanguíneas diferentes (nossos pais) certas combinações e pares de genes recessivos. Estes genes contêm os códigos de luz que nos dão a maior oportunidade de acessar e desenvolver nossas capacidades Espirituais e de curar os aspectos danificados e feridos da nossa Alma.

Ao mesmo tempo, estes genes contêm lembranças que criaram bloqueios no nosso caminho para a unidade e deram início aos nossos sentimentos profundamente arraigados de separação, separação da nossa verdadeira essência e do nosso Criador. Estas lembranças de separação nos forçaram a criar experiências e situações nas quais nos são dadas oportunidades para curarmos a nós mesmos, nosso mundo e nossas separações.

Como Almas, escolhemos cuidadosamente os nossos pais e suas linhagens sanguíneas, de modo a facilitar experiências e situações que nos permitirão curar a nós mesmos. Portanto, escolhemos a dedo as nossas próprias estruturas de DNA e as possíveis oportunidades de ativar e despertar outros filamentos de DNA.

A energia da nossa Terra está passando por importantes mudanças vibracionais e movendo-se para níveis mais elevados de consciência. À medida que a Terra eleva Sua vibração, nós, como Seres Humanos, estamos recebendo muitas oportunidades de elevar a nossa vibração. Esta mudança está sendo chamada de Ascensão e existem muitas pessoas ao redor do mundo que estão vivenciando confusão e caos em seus mundos. No entanto, neste aparente caos e confusão, encontramos grandes oportunidades de crescimento, expansão e evolução.

Um dos aspectos mais emocionantes do nosso processo evolutivo é a reorganização do nosso DNA. Raios codificados com luz Cósmica do nosso Criador têm chegado à nossa Terra, estimulando as mudanças e reorganizando os nossos corpos Humanos. À medida que os filamentos codificados de luz são absorvidos no nosso ser, nosso DNA disperso está sendo reativado e reformado em novas hélices ou filamentos de DNA e está sendo reordenado em feixes.

À medida que este re-enfeixamento e esta reordenação progridem, nós criamos um sistema nervoso mais evoluído, que facilita que novas informações e dados entrem em nossa consciência. Muitas das células adormecidas do nosso cérebro estão sendo despertadas e estamos sendo capazes de acessar o potencial total do nosso corpo. Conforme nossos corpos se preenchem com mais luz, nossas memórias também se abrem, e à medida que o nosso DNA evolui, nós evoluímos em Seres Multidimensionais conscientes.

Nossos 12 filamentos de DNA ativam e conectam-se aos nossos 12 Chacras, portais de energia através dos quais acessamos nosso patrimônio Espiritual. Os 12 filamentos de DNA servem de ligação, através dos nossos 12 chacras, com a rede de energia externa aos nossos corpos. Os 12 chacras atuam como portais energéticos no nosso corpo, conectando-nos às forças vitais da existência. É através da abertura e ativação destes portais de energia que podemos começar a realmente conhecer a nós mesmos.

Como agora todos os 12 filamentos de DNA estão se formando, qualquer questão que não tenha sido trabalhada e esclarecida pacificamente na nossa história pessoal, criará caos. Sentimentos e lembranças estão vindo à tona, oferecendo-nos uma oportunidade de experienciar o tecido do nosso ser e revelando quem nós somos, através dos acontecimentos e crenças que estão intricadamente tecidos em nós.

Nossa tarefa é despertar, ativar e unificar todos os 12, criando a rotação dos 12. Esta rotação dos 12 filamentos de DNA e 12 chacras vai atrair para nós energias que vão se intermisturar e se mover através dos nossos seres, ativando e despertando os vários aspectos diferentes de nós mesmos. Isto disparará novas versões, entendimentos e significados de todos os acontecimentos em nossas vidas e no nosso mundo.

Nossos 12 chacras são conjuntos de energia onde podem surgir acontecimentos. Eles guardam a memória e a identidade, e cada um corresponde a um filamento do DNA. Estes 12 centros de energia devem ser acessados a partir do nosso interior, onde podemos sentir os dados correspondentes e traduzir nossas experiências dentro do contexto de nossas mentes.

Ao abrirmos nossos corações e mentes, todas as respostas aos grandes mistérios serão encontradas dentro de nós. É preciso que nos retiremos dos nossos sistemas de crenças atuais e criemos novos sistemas de crenças, pois a mente está estruturada para evoluir e formar nossas experiências baseadas naquilo que ordenamos. Nossa mente não é o nosso senhor; nós somos os senhores das nossas próprias mentes. A mente é apenas uma ferramenta a ser usada para criar a realidade, e nada mais.

Trabalhando conscientemente com as ondas de energia e luz que se entram na nossa Terra, somos capazes de perceber e compreender que a transformação deste planeta baseia-se na cura e poder das nossas mentes.

A ativação do DNA completo de 12 filamentos criará a conexão entre os nossos códigos genéticos humanos e nos dará acesso a todo o conhecimento e sabedoria. Isto é a consciência e compreensão de quem nós realmente somos.

Ao ativarmos todos os 12 filamentos do DNA, nós criamos um alinhamento dentro de nós mesmos, que nos permite mudar suavemente para níveis de vibração e freqüências de luz muito mais elevados, ajudando o nosso processo de ascensão ao despertarmos mais a nossa consciência humana.

Fonte:Português http://www.novasenergias.net/kate/DNA12.html

Inglês:    http://www.spiritpathways.co.za   Kate Spreckley Copyright © 2008

Ho’oponopono – O mais poderoso processo de Auto-Cura

Posted in Auto Cura - Hoponopono with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 7, 2011 by carl1ike

Método desenvolvido por um Dr. havaiano, que conseguiu a cura numa instituição mental para presos no Havaí, sem nem ao menos conhecê-los, o Ho’oponopono (Ho’o em havaiano significa “causa” e ponopono significa “perfeição”) nos amplia a percepção e a consciência, acertando nosso passo e corrigindo nossos erros, que são frutos da memória repetindo experiências passadas, de que todos somos 100% responsáveis por tudo o que ocorre. O único problema é que ainda não sabemos disso. Abaixo, a entrevista com o Dr.:

 ENTREVISTA COM O IHALEAKALA HEW LEN –  Ph.D,

Criador do Ho’oponopono

 Por Cat Saunders

 Como demonstrar gratidão a alguém que lhe ajudou a ser livre? Como demonstrar gratidão a um homem cuja gentileza de espírito, e agudeza nas declarações, alterou completamente o curso de sua vida? Ihaleakala Hew Len é a pessoa que significa tudo isso para mim. Como um irmão de alma que aparece inesperadamente num momento de necessidade, Ihaleakala entrou em minha vida em março de 1985, um ano de grandes mudanças para mim. Eu o conheci durante um curso chamado Self I-Dentity Through Ho’oponopono, no qual ele era facilitador, juntamente com a nativa havaiana e kahuna (“guardiã do segredo”) Morrnah Nalamaku Simeona, já falecida.

Para mim, Ihaleakala e Morrnah fazem parte do ritmo da vida. Embora eu sinta um grande amor por eles, não consigo vê-los como simples pessoas, porque a forma com que eles influenciam minha vida vem através de um vigoroso pulsar, como o som de tambores africanos na noite. Recentemente, tive a honra de ser convidada a entrevistar Ihaleakala pela Foundation of I, Inc. (Freedom of the Cosmos), organização fundada por Morrnah. Mas minha maior honra foi saber que ele estaria vindo do Havaí especialmente para encontrar-se comigo.

Dr. Ihaleakala S. Hew Len é presidente e administrador da Fundação. Juntamente com Morrnah, ele vem trabalhando com milhares de pessoas há muitos anos, inclusive com grupos das Nações Unidas, UNESCO, Conferência Internacional pela Paz Mundial, Conferência da Medicina Tradicional Indígena, Curadores pela Paz na Europa, e da Associação dos Professores do Estado do Havaí. Tem também uma larga experiência no tratamento de pessoas mentalmente enfermas, com criminosos doentes mentais e suas famílias.

 Todo o seu trabalho como educador é permeado e tem como suporte o processo Ho’oponopono.

 Ho’oponopono significa simplesmente “acertar o passo” ou “corrigir o erro”. De acordo com os antigos havaianos, o erro provém de pensamentos contaminados por memórias dolorosas advindas do passado. Ho’oponopono oferece uma forma de liberar a energia desses pensamentos dolorosos, ou erros, os quais causam desequilíbrio e enfermidades.

 No desenrolar do processo Ho’oponopono, Morrnah foi orientada a incluir as três partes do eu, que são a chave para a Auto-identidade. Essas três partes, presentes em cada molécula da realidade, são chamadas de Unihipili (criança/subconsciente), Uhane (mãe/ consciente) e Aumakua (pai/superconsciente). Quando esta “família interna” encontra-se alinhada, a pessoa está em sintonia com a Divindade, acontece o equilíbrio e a vida começa a fluir. Assim, Ho’oponopono auxilia na restauração do equilíbrio, primeiramente no individuo e depois em toda a criação.

 Ao me apresentar este sistema tríplice, juntamente com o mais poderoso processo de perdão que eu conheço (Ho’oponopono), Ihaleakala e Morrnah ensinaram-me o seguinte: a melhor maneira de trazer cura para cada aspecto de minha vida, e para o universo inteiro, é assumir 100% de responsabilidade e trabalhar comigo mesma. E ainda aprendi com eles a simples sabedoria do total auto-cuidado. Como disse Ihaleakala, em sua nota de agradecimento após nossa entrevista: “Cuide bem de você. Se fizer isso, todos serão beneficiados.”

 Certa vez, Ihaleakala ausentou-se uma tarde inteira, bem no meio de um curso do qual eu participava, simplesmente porque sua Unihipili (criança/subconsiente) pediu para ir ao hotel e tirar uma longa soneca. É claro que ele assumiu sua responsabilidade antes de se retirar, e Morrnah estava lá para dar prosseguimento ao trabalho. Fiquei impressionada com sua atitude. Para alguém como eu, criada numa família que ensinava a sempre colocar os outros em primeiro lugar, a ação de Ihaleakala foi no mínimo surpreendente e divertida. Ele tirou sua soneca e deu uma lição inesquecível de auto-cuidado.

 Cat: Ihaleakala, quando conheci você, em 1985, eu havia recém começado a trabalhar com consultas individuais, depois de ter sido conselheira em agências durante quatro anos. Lembro-me de você dizer: “Toda terapia é uma forma de manipulação.” E eu pensei: “Cruzes! O que é que vou fazer agora?” Eu sabia que você tinha razão, e quase desisti da idéia! É claro que continuei, mas aquela sua colocação mudou completamente minha forma de trabalhar com as pessoas.

Ihaleakala: A manipulação acontece quando eu (o terapeuta) chego com a idéia de que você está doente e eu vou trabalhar em você. Coisa muito diferente é quando acredito que você veio até mim para me trazer uma oportunidade de olhar o que está acontecendo comigo. Nesse caso não acontece a manipulação.

 Se a terapia for baseada em sua crença de que você está ali para salvar o outro, curar o outro ou orientar o outro, a informação que você traz emerge do intelecto, da mente consciente. Mas o intelecto não é habilitado para entender e abordar problemas. O intelecto não tem a menor condição de solucionar problemas! Ele é incapaz de compreender que, quando uma situação problemática é solucionada por transmutação (como no caso de Ho’oponopono e outros processos semelhantes), não só a situação fica resolvida, mas tudo o que estiver relacionado com ela, atingindo níveis microscópicos e estendendo-se até o início dos tempos.

 Sendo assim, penso que a pergunta mais importante a ser feita é: “O que é um problema?” Se você faz uma pergunta como esta, não há clareza. E como não há clareza, eles inventam uma forma de resolver o problema…

 Cat: … como se o problema estivesse “lá fora”.

 Ihaleakala: Sim. Por exemplo, outro dia recebi um telefonema de uma mulher, cuja mãe estava com 92 anos. Ela disse: “Minha mãe está com uma horrível dor nos quadris já faz muitas semanas.” Enquanto a mulher falava comigo, eu fazia a seguinte pergunta à Divindade: “O que está acontecendo comigo para ter causado a dor nesta senhora? Como posso resolver este problema dentro de mim?” As respostas vieram e eu fiz o que me foi solicitado.

Pode ser que uma semana depois a mulher me ligue para dizer que sua mãe está melhor. Isto não significa que não haverá reincidência do problema, porque pode haver causas variadas para aquilo que parece ser o mesmo problema.

 Cat: Tenho acompanhado muitos casos de doenças crônicas e dores recorrentes. Trabalho com elas o tempo todo, usando Ho’oponopono e outros processos de clarificação, a fim de reparar toda dor que causei, desde o início dos tempos.

 Ihaleakala: Sim. A idéia é que pessoas como nós estão justamente trabalhando em profissões de cura porque já causaram muita dor por aí.

 Cat: Que coisa!

 Ihaleakala: Não é maravilhoso a gente saber disso? E ainda atendermos pessoas que nos pagam por lhes ter causado problemas!

 Eu disse isso a uma mulher em Nova York, e ela exclamou: “Meu Deus, se pelo menos eles soubessem!” Mas, como você vê, ninguém sabe. Psicólogos, psiquiatras continuam acreditando que a função deles é ajudar a curar o outro.

Vamos supor que você veio me consultar. Eu peço à Divindade: “Por favor, o que quer que esteja acontecendo dentro de mim que causou esta dor na Cat, diga-me como posso corrigir.” E então vou ficar continuamente aplicando a orientação recebida, até que a sua dor vá embora, ou até você me pedir que eu pare. O importante não é propriamente o efeito, mas chegar ao problema. Essa é a chave.

Cat: Você não focaliza no resultado porque isto não é de nossa competência.

 Ihaleakala: Certo. Nós só podemos fazer o pedido.

 Cat: E nós também não sabemos quando uma determinada dor ou doença vai se alterar.

 Ihaleakala: Pois é. Digamos que se recomendou a uma mulher o tratamento com certa erva, a qual não está surtindo efeito. Novamente a questão: “O que acontece dentro de mim que faz com que esta mulher não receba os benefícios da erva?” E eu vou trabalhar com isso. Vou limpar e ficar de boca fechada, permitindo que o processo de transmutação se opere. Quando acontece de você se apegar a seu intelecto, o processo é interrompido. A coisa mais importante a ser lembrada, no caso de um trabalho de cura não surtir efeito, é aceitar a possibilidade de a causa do problema estar em erros múltiplos, em múltiplas questões e memórias dolorosas. Nós não sabemos nada! Só a Divindade sabe o que está acontecendo.

No mês passado, fiz uma apresentação em Dallas. Na conversa com uma mestra em Reiki, perguntei-lhe: “Quando alguém lhe vem com um problema, onde você vai encontrá-lo?” Ela me olhou intrigada. E eu disse: “Em você. Porque foi você quem causou o problema, e o seu cliente vai lhe pagar pela cura de um problema que é seu!”

Cat: 100% de responsabilidade.

Ihaleakala: 100% de consciência de que foi você quem causou o problema. 100% de consciência de que é sua a responsabilidade corrigir o erro. Imagine o dia em que todos nós formos 100% responsáveis!

Como vou convencer as pessoas de que nós somos 100% responsáveis pelos problemas? Se você quer resolver uma situação problemática, trabalhe-a em si próprio. Se a questão está ligada a outra pessoa, pergunte a si mesmo: “O que há de errado comigo que está levando esta pessoa a me incomodar?” Aliás, pessoas só aparecem na sua vida para lhe incomodar! Quando você sabe disso, pode superar qualquer situação e se libertar. É simples: “Sinto muito por tudo que está acontecendo. Por favor, perdoe-me.”

Cat: Na verdade, você não precisa lhes dizer isto em voz alta, e nem mesmo precisa entender o problema.

Ihaleakala: Aí está a beleza de tudo. Você não tem que entender. É como a Internet. Você não entende nada de como funciona! Você apenas chega até a Divindade e diz: “Vamos dar um download?” A Divindade então proporciona o download e você recebe toda a informação. Mas, como nós não sabemos quem somos, nunca damos o download direto da Luz. Vamos buscar fora.

Sempre me lembro do que Morrnah dizia: “É um trabalho interno.” Se você quer ter sucesso, trabalhe internamente. Trabalhe em você mesmo!

Cat: Reconheço que a única coisa que funciona é ser 100% responsável. Mas houve um tempo em que questionei isto, porque eu era uma pessoa do tipo super responsável, que cuidava de muita gente. Quando lhe ouvi falar sobre os 100% de responsabilidade, não apenas por mim mesma, mas por todas as situações e problemas, pensei: “Parado lá! Isso é pura loucura! Não preciso que ninguém venha me dizer para ser ainda mais responsável!” O que aconteceu foi que, quanto mais eu refletia sobre isso, mais fui descobrindo que há uma grande diferença entre um super responsável cuidado com o outro e um total cuidado comigo mesma. O primeiro tem a ver com ser uma boa menina, e o segundo, com ser livre.

Lembro-me de quando você contou sobre a época em que trabalhou como psicólogo na ala para loucos criminais no Hospital Estatal do Havaí. Disse que quando começou a trabalhar lá, havia muita violência entre os internos e que, depois de quatro anos, tudo ficou em paz.

Ihaleakala: Basicamente, assumi 100% de responsabilidade. Só trabalhei comigo mesmo.

Cat: É verdade que, durante todo aquele tempo, você não teve contato com nenhum dos internos?

 Ihaleakala: É verdade. Eu só entrava no pavilhão para verificar os resultados. Se eles ainda apresentavam problemas, eu ia trabalhar mais um pouco comigo mesmo.

Cat: Você poderia contar uma história sobre a utilização do Ho’oponopono nos, assim chamados, objetos inanimados?

Ihaleakala: Certa vez, eu estava num auditório, preparando-me para dar uma palestra, e eu conversava com as cadeiras. Então, perguntei: “Há alguém aí que eu tenha esquecido? Alguém entre vocês gostaria de expor algum problema que exija cuidado de minha parte?” Uma das cadeiras respondeu: “Sabe, hoje num seminário anterior, havia um rapaz sentado em mim, o qual sofria com problemas financeiros, e agora estou me sentindo péssima!” Tratei de limpar aquele problema e logo pude ver a cadeira se endireitando e dizendo: “Ok! Estou prontinha para acomodar o próximo!”

Na verdade, o que eu tento fazer é ensinar a sala. Costumo dizer para a sala, e tudo o que há nela: “Vocês querem aprender o Ho’oponopono? Afinal, breve irei embora, e não seria ótimo se todos vocês pudessem dar continuidade a este trabalho?” Alguns respondem sim, outros respondem não, e há aqueles que dizem: “Estou muito cansado!”

Então, pergunto`a Divindade: “Para aqueles que dizem que querem aprender, como posso ensiná-los?” Na maioria das vezes, a resposta é: “Deixe o livro azul (Self I-Dentity Through Ho’oponopono) com eles.” E é o que faço. Enquanto estou falando, deixo o livro azul em cima de alguma cadeira ou mesa. Não costumamos acreditar que as mesas ficam ali, quietas e atentas a tudo o que esta ocorrendo ao seu redor!

Ho’oponopono é muito simples. Para os antigos havaianos, todos os problemas começam com o pensamento. Mas o problema não está no simples pensar. O problema ocorre quando nossos pensamentos estão impregnados de memórias dolorosas a respeito de pessoas, lugares ou coisas.

O trabalho intelectual por si só não é capaz de resolver estes problemas, porque a função do intelecto é de apenas administrar. E não é administrando as coisas que se resolvem problemas. Você quer é se livrar deles! Quando você faz Ho’oponopono, o que acontece é que a Divindade pega os pensamentos dolorosos e os neutraliza ou os purifica. Não se trata de neutralizar ou purificar a pessoa, o lugar ou a coisa. O que fica neutralizada é a energia que está associada a pessoa, lugar ou coisa. Portanto, o primeiro estágio de Ho’oponopono é a purificação da energia.

Então, eis que algo maravilhoso acontece. A energia não é apenas neutralizada; ela é também liberada, e tudo fica limpo. Os budistas chamam de Vazio. O último passo é permitir que a Divindade entre e preencha o vazio com luz.

Para fazer Ho’oponopono, você não precisa saber qual é propriamente o problema ou o erro. Você só tem que se dar conta de que está tendo um problema, seja ele físico, mental, emocional ou qualquer outro. Tão logo você o perceba, é sua responsabilidade começar imediatamente a limpeza, dizendo: “Sinto muito. Perdoe-me, por favor.”

Cat: Quer dizer que a verdadeira função do intelecto não é resolver problemas, mas pedir perdão.

 Ihaleakala: Sim. Eu tenho duas tarefas neste mundo. A primeira é, antes qualquer outra coisa, cuidar da limpeza. E a segunda é despertar as pessoas que estão adormecidas. Quase todo mundo está adormecido! Mas a única maneira de fazê-las despertar é trabalhando comigo mesmo! Esta nossa entrevista serve de exemplo. Durante as semanas que precederam nosso encontro, estive fazendo o trabalho de clarificação, de modo que, quando nos encontrássemos, fôssemos como dois lagos juntando suas águas. Eles se unem e vão em frente. Só isso.

Cat: Nesses dez anos que faço entrevistas, esta foi a primeira vez que não me preparei. Toda vez que tentava fazê-lo, minha Unihipili dizia que eu devia apenas vir e estar com você. Meu intelecto fez de tudo para me convencer de que eu tinha que me preparar, mas eu não dei ouvidos.

Ihaleakala: Melhor pra você! A Unihipili, às vezes, é muito engraçada. Certo dia, eu ia descendo por uma estrada no Havaí. Quando me preparava para pegar um declive à direita, por onde eu sempre passava, ouvi a voz melodiosa de minha Unihipili: “Se eu fosse você, eu não descia por aí.” E eu pensei: “Mas a gente sempre vai por aí.” E continuei o meu caminho. Uns cinqüenta metros adiante, ouvi de novo: “Ei! Se eu fosse você, eu não descia por aí!” Segunda chance. “Mas a gente sempre vai por aí!”

Nessa hora, a nossa conversa já era em voz alta e as pessoas nos carros próximos me olhavam achando que eu era um louco. Andei mais 25 metros, e ouvi um estrondoso: “Se eu fosse você, eu não descia por aí!” E eu fui por lá. E lá acabei ficando parado por duas horas e meia. Por causa de um enorme acidente, estava tudo congestionado. Não se podia ir nem para frente nem para trás. Ai, ouvi minha Unihipili dizer: “Não falei?!” E ela ficou sem conversar comigo um tempão. E com razão. Por que falar comigo se eu não a ouvia?

Lembro-me uma vez, quando me preparava para ir à televisão falar sobre Ho’oponopono. Meus filhos olharam para mim e disseram: “Pai, ficamos sabendo que você vai aparecer na TV. Vê lá se põe umas meias que combinam!” Eles não se preocuparam com o que eu ia falar. Eles só estavam preocupados com as minhas meias. Você vê como as crianças sabem o que é realmente importante na vida?

 * * *

 Esta entrevista foi originalmente publicada por

The New Times, em setembro de 1997.

 Para mais informações sobre Ho’oponopono e contato com Ihaleakala Hew Len, Ph.D,

visite o site www.hooponopono.org.  

Cat Saunders, Ph.D é autora do livro Dr. Cat’s Helping Book.

Para mais informações, visite www.drcat.org .

Sobre o Blog

Posted in Cérebro - manual de instruções, desenvolvimento do potencial humano, idéia básica with tags , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 4, 2009 by carl1ike

Nosso BrasilEste blog é para aqueles que sabem e para aqueles que não sabem, que desenvolver todo o seu potencial humano é possível. Veja abaixo a mais recente matéria sobre:

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