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A MATRIX, o que é e como ela domina a sua mente

Posted in Matrix with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 24, 2019 by carl1ike

É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre a Matrix ou até assistido ao filme protagonizado por Keanu Reeves, porém, ao contrário do que você imagina, ela não é apenas ficção científica, mas, algo que existe aqui e agora, dominando a sua mente a todo o momento.

Toda vez que você sente medo, se sente inadequado(a), inferior, que fica ansioso(a), que se compara, inveja, fica deprimido(a), preocupado(a), inseguro(a), os programas da MATRIX estão rodando forte dentro de você, te manipulando, colocando para baixo, oprimindo, te fazendo funcionar e encaixar no modelo aceito pela maioria adormecida…Somos seres amorosos, plenos e completos, mas, para alguns interessa nos manterem pequenos, amedrontados e submissos. Quer saber mais? Então assista ao vídeo 👇 e se gostou compartilhe:

Por que nos sentimos Menos ? O Dinheiro e a Auto-Estima / Why do we feel less ? Money and the self steem

Posted in Por que nos sentimos menos? O dinheiro e a Auto Estima with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 20, 2012 by carl1ike

Vivemos numa sociedade perversa, que nos condiciona a assumirmos valores que não tem valor e que são, na melhor das hipóteses, distorcidos. Esta perversidade se torna ainda mais perigosa, quando não questionamos suas bases e apenas nos juntamos ao mar de pessoas que seguem suas vidas miseráveis material e emocionalmente, colaborando para que esse sistema se torne cada vez mais aniquilador.

É importante percebermos que esta “sociedade” ao qual nos referimos, não é uma massa disforme, distante e inacessível, como querem nos fazer acreditar, mas, sim, formada pelos valores de nossas famílias, pelos valores de nossos parentes, amigos, inimigos, chefes, funcionários, vizinhos, pais, mães, irmãos, enfim, pessoas comuns, que conhecemos ou não, que perpetuam a insanidade socialmente aceita, até que nós também nos tornemos um transmissor fiel desta mesma deturpação, nos impondo os piores castigos, caso não a respeitemos. Conscientes disto, temos pelo menos uma chance de modificar estes padrões de valores doentios, que se auto reproduzem indefinidamente, dentro e fora de nós.

Quais são esses valores ? Bem, podemos citar como exemplo, um dos mais arraigados e fundamentais deles, que é o valor atribuído ao dinheiro. O dinheiro em si, não é nem bom nem mal, ele depende do modo como o encaramos, do modo como o tratamos, porém, o dinheiro tem servido para encobrir nossas mais profundas distorções. Quantas vezes já não nos sentimos inferiorizados, menos favorecidos que os outros, rejeitados e excluídos de um grupo, de uma situação, de nossa família por não termos dinheiro ? Por não nos encaixarmos no padrão estabelecido por essa “sociedade”, que além de criar valores doentios, ignora deliberadamente qualquer tipo de individualidade e diferença e que alimenta a comparação como condição básica para medir nosso potencial.

Neste caso, estamos diante de um valor que nos diz claramente que: se você não tem dinheiro, você não tem valor, se você não tem dinheiro, você é menos, você é inferior, você é nada, você não merece estar vivo. A perversidade deste conceito está no fato de associarmos nosso valor pessoal, nossa auto-estima como seres humanos, nossa individualidade, nosso mais profundo estado de ser, ao quanto de dinheiro conseguimos gerar, conceito este totalmente equivoco. Ainda mais perverso, que também não importa da onde tenha vindo o dinheiro, contanto que ele esteja visível em forma de carros, casas, nº de cartões de crédito, roupas, viagens, contas bancárias, etc.

Não estamos afirmando aqui que o dinheiro seja sujo ou desnecessário, mas, sim, a forma como o dinheiro tem servido de pretexto para nos infligirmos os mais absurdos comportamentos, que fomentam a exclusão, o desafeto, a falta de compaixão, a inimizade, a violência, a doença, a ganância, a corrupção, a inveja, o complexo de inferioridade, a competição, a submissão, a anulação, a infelicidade, a depressão, a ansiedade, a ódio, o medo, o aprisionamento, etc.

Felizmente nem tudo está perdido, uma vez que existem tentativas de pessoas, que por inspiração ou missão de vida, abrem uma fenda neste sistema doentio e nos mostram que outros caminhos, talvez mais inteligentes, mais saudáveis e humanos são possíveis, como é o caso da ex-professora e ex-psicoterapeuta alemã de 69 anos: Heidemarie Schwermer que afirma que: “O dinheiro nos distrai do que é mais importante

We live in a perverse society that conditions us to assume values ​​that has no value at all and that are, at best, distorted. This perversity becomes even more dangerous when we do not question its bases and only join the endless sea of ​​people following their miserable lives materially and emotionally, contributing to the system to become even more annihilator.

It is important to realize that this “society” to which we refer, is not a shapeless mass, distant and inaccessible, as would they like us to believe, but, rather formed by the values ​​of our families, the values ​​of our relatives, friends, enemies, bosses, employees, neighbors, fathers, mothers, brothers, finally, ordinary people, we know it or not, that perpetuates this socially accepted insanity, until we also become a faithful transmitter of this  misrepresentation, imposing to ourselves the worst punishments, if we do not respect it. Aware of this, at least we have a chance to modify these ​​unhealthy values patterns that reproduce themselves indefinitely, inside and outside of us.

What are these values? Well, we can cite as an example, one of the most fundamental and rooted of them, which is the value assigned to money. Money itself is neither good nor bad, it depends on how we look at it, how we treat it, but, up to now, money has served to conceal our deepest distortions. How many times haven’t we  feel inferior, less fortunate than others, rejected and excluded from a group, of  a situation in our family for not having money? Because we do not fit to what was set by this “society”, which besides creating unhealthy values, deliberately ignores any kind of individuality and difference and that feeds the comparison as a basic condition to measure our potential.

In this case, we have a value that tells us clearly that: if you have no money, you have no value, if you do not have money, you are less, you are inferior, you are a loser, you are nothing, you do not deserve to be alive. The perversity of this concept lies in the fact of associating our self-worth, our self-worth as human beings, our individuality, our deepest state of being, to how much money you have or can generate, concept that is totally mistaken. Even more perverse, the fact that, it does not matter where your money came from, as long as it is visible in the form of cars, houses, number of credit cards, clothing, travels, bank accounts, etc.

We are not saying here that money is dirty or unnecessary, but up to now,  money has served as a pretext to inflict upon ourselves and others the most absurd behaviors that foster exclusion, disaffection, lack of compassion, enmity, violence, disease, greed, corruption, jealousy, inferiority complex, competition, submission, annulment, unhappiness, depression, anxiety, anger, fear, imprisonment, etc.

Fortunately we are not completely lost, since there are people’s attempts, who for inspiration or life mission, try to open a crack in this sick system we all live and try to show us that other ways, maybe smarter, healthier and more human are possible, as is the case the former teacher and former German psychotherapist of 69 years: Heidemarie Schwermer which states that: “Money distracts us from what is most important,”.

abs, regards,

Carl

O Espelho da Alma

Posted in O Espelho da Alma with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 28, 2012 by carl1ike

“Se olharmos cuidadosamente para dentro de nós mesmos, veremos como estamos machucados, como nossa alma está dolorida. Apontamos o dedo em riste para o nosso coração e nos criticamos, nos comparamos, nos pressionamos, nos menosprezamos, nos desrespeitamos, nos agredimos, nos exigimos, nos cobramos, mantendo-nos em estado de constante luta interior, em constante auto negação, a lançarmos as flechas da incompreensão, da rejeição, do julgamento, da antipatia e do desprezo contra a nossa sensível alma, que ferida, se isola e se retrai cada vez mais, enfraquecida pelo auto massacre, desfalecida pela falta de vitalidade.

Perdidos que estamos, num mar de referências externas e vazias, sentimo-nos cada vez mais secos, mais endurecidos, mais rígidos em nosso sofrimento e em nossa dor, achando que as distrações materiais, que o dinheiro, que o status, que as posições, que os cargos, serão capazes de comprar e de camuflar o nosso profundo pesar, o nosso profundo mal estar. Quanto mais nos afundamos em nosso desespero interior, mais nos debatemos, mais procuramos qualquer via de fuga que nos alivie, mesmo que por alguns instantes, de nossa devastação.

Olhamos para fora de nós e nos iludimos que os outros, com seus sorrisos calculados, com seus bens importados, com suas modas e grifes, com seus trejeitos de mesmice, estão a desfilar diante de nós o triunfo da felicidade tão almejada. Porém, não nos enganemos, estamos todos no mesmo barco, tentando disfarçar a nossa dor, como verdadeiros atores no teatro de marionetes da vida.

No camarim, distante da platéia e dos refletores, desabamos em nós mesmos, em nossa escuridão e o que encontramos são apenas cinzas espalhadas pelo chão, são pedaços de memórias e sonhos frustrados, são desejos e sentimentos afogados, a boiar em nosso oceano de dor. Ao lançarmos nosso olhar pela fresta da porta, notamos que existe um pequeno feixe de luz, que se amplifica a medida que nos aproximamos.

Confusos, sem nunca termos visto algo semelhante, somos atraídos pela luminosidade, que nos revela lentamente, algo que havíamos abafado durante toda a nossa existência. Cada vez mais curiosos e ansiosos para vermos o que está por detrás daquela porta, percebemos que em nosso bolso, encontra-se a chave para poder adentrá-la. Trêmulos, ofegantes, conseguimos girar a maçaneta e de súbito, do outro lado, vemos um enorme clarão, que a princípio nos cega, mas, que gradualmente vai-nos revelando uma sala de espelhos vazia, que agora se preenche com a nossa verdadeira imagem, com o nosso verdadeiro sentimento, que nos abraça a alma e que pela primeira vez, nos faz perceber um lampejo de vida cintilar em nosso coração, ao nos olharmos diretamente em nossos olhos, através da imagem refletida de nós mesmos, que se revela limpida, iluminada, amorosa e sábia, nos estendendo a mão em toda a sua compaixão e plenitude.

Ao tocarmos esta imagem, nos fundimos ao espelho e passamos para o outro lado, que à principio nos confunde, pela intesidade de amor, com o qual não estamos acostumados a nos deixar envolver. Olhamos de volta para o espelho que acabamos de cruzar e sentimos no âmago de nosso ser, que aquela vida, até então vivida, não era realmente a vida, mas, apenas um fragmento, um esboço de algo muito aquém de toda a sua grandeza e bondade…”