Arquivo para ilusão

Poderosa Ferramenta para a Solução de Problemas Complicados: emocionais, financeiros, pessoais, de relacionamento, psicológicos, familiares

Posted in Solução de problemas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 3, 2012 by carl1ike

Quanta vezes já procuramos a solução para os vários problemas em nossa vida e geralmente, o que nos ocorre é uma solução passageira, que em pouco tempo, nos remete a uma situação ainda mais complicada da que nos encontrávamos. Torna-se necessário portanto, encontrarmos alguma ferramenta eficaz, que consiga realmente nos libertar dos conflitos diários, dos conflitos de nossa existência para que possamos progredir.

Essa ferramenta está disponível à qualquer um que queira usá-la, porém, exige alguns pré-requisitos necessários para o sucesso de sua utilização, ou seja, conhecermos como funciona a base do nosso ser. Como todos sabem, somos energia e consciência, vindos da fonte suprema, que ao entrarmos na condição de matéria, baixamos nossa vibração, distorcendo princípios que nos distanciam cada vez mais desta mesma fonte, fazendo-nos crer que nossa vida se resume neste mar de sofrimentos e dificuldades.

Na perspectiva do plano superior, isso apenas se deve por causa de uma deturpação do princípio fundamental, que é o bem, a abundância, o progresso, a felicidade, a vontade de viver. Todos os estados que nos causam dor, como o ódio, o ciúme, a inveja, a competição, a baixa auto-estima, o egoísmo, a solidão, a separação, nada mais são que a energia básica, pura e elevada em forma distorcida, o que gera uma diminuição na frequência de sua vibração e consequentemente um bloqueio desta energia vital poderosa, que cessa de fluir através de nós, criando tensão, resistência, gerando-nos a sensação de isolamento, de letargia, de escassez, de dualidade, de falta de unidade e negatividade.

Resumindo, não devemos tentar descobrir maneiras para solucionar este ou aquele problema de forma pontual, mas, essencialmente, termos consciência que estamos bloqueados, que estamos resistindo, que estamos impedindo que este fluxo poderoso de energia passe através de nós, que estamos nos afastando deste acesso a fonte primordial, que é a única capaz de solucionar todos os nossos problemas de uma só vez.

Se assim permitirmos, se não nos esquecermos de nos conectarmos com o divino, assumindo que para isso, devemos encarar as nossas próprias limitações, sem julgamentos, teremos a chance de experimentar o poder do desconhecido, os chamados milagres deste campo ilimitado, que é o responsável por toda a criação do universo e essencialmente, a ferramenta mais poderosa para a libertação e solução de qualquer problema. A consequência natural deste religar-se, é tornarmo-nos também criadores, como a própria fonte que nos supre, e assim, exercermos toda a nossa plenitude aqui nesta existência, plenitude que é a nossa verdadeira natureza.

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O Espelho da Alma

Posted in O Espelho da Alma with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 28, 2012 by carl1ike

“Se olharmos cuidadosamente para dentro de nós mesmos, veremos como estamos machucados, como nossa alma está dolorida. Apontamos o dedo em riste para o nosso coração e nos criticamos, nos comparamos, nos pressionamos, nos menosprezamos, nos desrespeitamos, nos agredimos, nos exigimos, nos cobramos, mantendo-nos em estado de constante luta interior, em constante auto negação, a lançarmos as flechas da imcompreensão, da rejeição, do julgamento, da antipatia e do desprezo contra a nossa sensível alma, que ferida, se isola e se retrai cada vez mais, enfraquecida pelo auto massacre, desfalecida pela falta de vitalidade.

Perdidos que estamos, num mar de referências externas e vazias, sentimo-nos cada vez mais secos, mais endurecidos, mais rígidos em nosso sofrimento e em nossa dor, achando que as distrações materiais, que o dinheiro, que o status, que as posições, que os cargos, serão capazes de comprar e de camuflar o nosso profundo pesar, o nosso profundo mal estar. Quanto mais nos afundamos em nosso desespero interior, mais nos debatemos, mais procuramos qualquer via de fuga que nos alivie, mesmo que por alguns instantes, de nossa devastação.

Olhamos para fora de nós e nos iludimos que os outros, com seus sorrisos calculados, com seus bens importados, com suas modas e grifes, com seus trejeitos de mesmice, estão a desfilar diante de nós o triunfo da felicidade tão almejada. Porém, não nos enganemos, estamos todos no mesmo barco, tentando disfarçar a nossa dor, como verdadeiros atores no teatro de marionetes da vida.

No camarim, distante da platéia e dos refletores, desabamos em nós mesmos, em nossa escuridão e o que encontramos são apenas cinzas espalhadas pelo chão, são pedaços de memórias e sonhos frustrados, são desejos e sentimentos afogados, a boiar em nosso oceano de dor. Ao lançarmos nosso olhar pela fresta da porta, notamos que existe um pequeno feixe de luz, que se amplifica a medida que nos aproximamos.

Confusos, sem nunca termos visto algo semelhante, somos atraídos pela luminosidade, que nos revela lentamente, algo que havíamos abafado durante toda a nossa existência. Cada vez mais curiosos e ansiosos para vermos o que está por detrás daquela porta, percebemos que em nosso bolso, encontra-se a chave para poder adentrá-la. Trêmulos, ofegantes, conseguimos girar a maçaneta e de súbito, do outro lado, vemos um enorme clarão, que a princípio nos cega, mas, que gradualmente vai-nos revelando uma sala de espelhos vazia, que agora se preenche com a nossa verdadeira imagem, com o nosso verdadeiro sentimento, que nos abraça a alma e que pela primeira vez, nos faz perceber um lampejo de vida cintilar em nosso coração, ao nos olharmos diretamente em nossos olhos, através da imagem refletida de nós mesmos, que se revela limpida, iluminada, amorosa e sábia, nos estendendo a mão em toda a sua compaixão e plenitude.

Ao tocarmos esta imagem, nos fundimos ao espelho e passamos para o outro lado, que à principio nos confunde, pela intesidade de amor, com o qual não estamos acostumados a nos deixar envolver. Olhamos de volta para o espelho que acabamos de cruzar e sentimos no âmago de nosso ser, que aquela vida, até então vivida, não era realmente a vida, mas, apenas um fragmento, um esboço de algo muito aquém de toda a sua grandeza e bondade…”