Arquivo de pobreza

Por que nos sentimos Menos ? O Dinheiro e a Auto-Estima / Why do we feel less ? Money and the self steem

Posted in Por que nos sentimos menos? O dinheiro e a Auto Estima with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 20, 2012 by carl1ike

Vivemos numa sociedade perversa, que nos condiciona a assumirmos valores que não tem valor e que são, na melhor das hipóteses, distorcidos. Esta perversidade se torna ainda mais perigosa, quando não questionamos suas bases e apenas nos juntamos ao mar de pessoas que seguem suas vidas miseráveis material e emocionalmente, colaborando para que esse sistema se torne cada vez mais aniquilador.

É importante percebermos que esta “sociedade” ao qual nos referimos, não é uma massa disforme, distante e inacessível, como querem nos fazer acreditar, mas, sim, formada pelos valores de nossas famílias, pelos valores de nossos parentes, amigos, inimigos, chefes, funcionários, vizinhos, pais, mães, irmãos, enfim, pessoas comuns, que conhecemos ou não, que perpetuam a insanidade socialmente aceita, até que nós também nos tornemos um transmissor fiel desta mesma deturpação, nos impondo os piores castigos, caso não a respeitemos. Conscientes disto, temos pelo menos uma chance de modificar estes padrões de valores doentios, que se auto reproduzem indefinidamente, dentro e fora de nós.

Quais são esses valores ? Bem, podemos citar como exemplo, um dos mais arraigados e fundamentais deles, que é o valor atribuído ao dinheiro. O dinheiro em si, não é nem bom nem mal, ele depende do modo como o encaramos, do modo como o tratamos, porém, o dinheiro tem servido para encobrir nossas mais profundas distorções. Quantas vezes já não nos sentimos inferiorizados, menos favorecidos que os outros, rejeitados e excluídos de um grupo, de uma situação, de nossa família por não termos dinheiro ? Por não nos encaixarmos no padrão estabelecido por essa “sociedade”, que além de criar valores doentios, ignora deliberadamente qualquer tipo de individualidade e diferença e que alimenta a comparação como condição básica para medir nosso potencial.

Neste caso, estamos diante de um valor que nos diz claramente que: se você não tem dinheiro, você não tem valor, se você não tem dinheiro, você é menos, você é inferior, você é nada, você não merece estar vivo. A perversidade deste conceito está no fato de associarmos nosso valor pessoal, nossa auto-estima como seres humanos, nossa individualidade, nosso mais profundo estado de ser, ao quanto de dinheiro conseguimos gerar, conceito este totalmente equivoco. Ainda mais perverso, que também não importa da onde tenha vindo o dinheiro, contanto que ele esteja visível em forma de carros, casas, nº de cartões de crédito, roupas, viagens, contas bancárias, etc.

Não estamos afirmando aqui que o dinheiro seja sujo ou desnecessário, mas, sim, a forma como o dinheiro tem servido de pretexto para nos infligirmos os mais absurdos comportamentos, que fomentam a exclusão, o desafeto, a falta de compaixão, a inimizade, a violência, a doença, a ganância, a corrupção, a inveja, o complexo de inferioridade, a competição, a submissão, a anulação, a infelicidade, a depressão, a ansiedade, a ódio, o medo, o aprisionamento, etc.

Felizmente nem tudo está perdido, uma vez que existem tentativas de pessoas, que por inspiração ou missão de vida, abrem uma fenda neste sistema doentio e nos mostram que outros caminhos, talvez mais inteligentes, mais saudáveis e humanos são possíveis, como é o caso da ex-professora e ex-psicoterapeuta alemã de 69 anos: Heidemarie Schwermer que afirma que: “O dinheiro nos distrai do que é mais importante

We live in a perverse society that conditions us to assume values ​​that has no value at all and that are, at best, distorted. This perversity becomes even more dangerous when we do not question its bases and only join the endless sea of ​​people following their miserable lives materially and emotionally, contributing to the system to become even more annihilator.

It is important to realize that this “society” to which we refer, is not a shapeless mass, distant and inaccessible, as would they like us to believe, but, rather formed by the values ​​of our families, the values ​​of our relatives, friends, enemies, bosses, employees, neighbors, fathers, mothers, brothers, finally, ordinary people, we know it or not, that perpetuates this socially accepted insanity, until we also become a faithful transmitter of this  misrepresentation, imposing to ourselves the worst punishments, if we do not respect it. Aware of this, at least we have a chance to modify these ​​unhealthy values patterns that reproduce themselves indefinitely, inside and outside of us.

What are these values? Well, we can cite as an example, one of the most fundamental and rooted of them, which is the value assigned to money. Money itself is neither good nor bad, it depends on how we look at it, how we treat it, but, up to now, money has served to conceal our deepest distortions. How many times haven’t we  feel inferior, less fortunate than others, rejected and excluded from a group, of  a situation in our family for not having money? Because we do not fit to what was set by this “society”, which besides creating unhealthy values, deliberately ignores any kind of individuality and difference and that feeds the comparison as a basic condition to measure our potential.

In this case, we have a value that tells us clearly that: if you have no money, you have no value, if you do not have money, you are less, you are inferior, you are a loser, you are nothing, you do not deserve to be alive. The perversity of this concept lies in the fact of associating our self-worth, our self-worth as human beings, our individuality, our deepest state of being, to how much money you have or can generate, concept that is totally mistaken. Even more perverse, the fact that, it does not matter where your money came from, as long as it is visible in the form of cars, houses, number of credit cards, clothing, travels, bank accounts, etc.

We are not saying here that money is dirty or unnecessary, but up to now,  money has served as a pretext to inflict upon ourselves and others the most absurd behaviors that foster exclusion, disaffection, lack of compassion, enmity, violence, disease, greed, corruption, jealousy, inferiority complex, competition, submission, annulment, unhappiness, depression, anxiety, anger, fear, imprisonment, etc.

Fortunately we are not completely lost, since there are people’s attempts, who for inspiration or life mission, try to open a crack in this sick system we all live and try to show us that other ways, maybe smarter, healthier and more human are possible, as is the case the former teacher and former German psychotherapist of 69 years: Heidemarie Schwermer which states that: “Money distracts us from what is most important,”.

abs, regards,

Carl

Kabbalah e Prosperidade

Posted in Kabbalah e Prosperidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 17, 2012 by carl1ike

Aprendendo a lidar com a energia do dinheiro

http://www.youtube.com/watch?v=Q3jwHbKG6-c&feature=related

por Shmuel Lemle

Poderosa Ferramenta para a Solução de Problemas Complicados: emocionais, financeiros, pessoais, de relacionamento, psicológicos, familiares

Posted in Solução de problemas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 3, 2012 by carl1ike

Quanta vezes já procuramos a solução para os vários problemas em nossa vida e geralmente, o que nos ocorre é uma solução passageira, que em pouco tempo, nos remete a uma situação ainda mais complicada da que nos encontrávamos. Torna-se necessário portanto, encontrarmos alguma ferramenta eficaz, que consiga realmente nos libertar dos conflitos diários, dos conflitos de nossa existência para que possamos progredir.

Essa ferramenta está disponível à qualquer um que queira usá-la, porém, exige alguns pré-requisitos necessários para o sucesso de sua utilização, ou seja, conhecermos como funciona a base do nosso ser. Como todos sabem, somos energia e consciência, vindos da fonte suprema, que ao entrarmos na condição de matéria, baixamos nossa vibração, distorcendo princípios que nos distanciam cada vez mais desta mesma fonte, fazendo-nos crer que nossa vida se resume neste mar de sofrimentos e dificuldades.

Na perspectiva do plano superior, isso apenas se deve por causa de uma deturpação do princípio fundamental, que é o bem, a abundância, o progresso, a felicidade, a vontade de viver. Todos os estados que nos causam dor, como o ódio, o ciúme, a inveja, a competição, a baixa auto-estima, o egoísmo, a solidão, a separação, nada mais são que a energia básica, pura e elevada em forma distorcida, o que gera uma diminuição na frequência de sua vibração e consequentemente um bloqueio desta energia vital poderosa, que cessa de fluir através de nós, criando tensão, resistência, gerando-nos a sensação de isolamento, de letargia, de escassez, de dualidade, de falta de unidade e negatividade.

Resumindo, não devemos tentar descobrir maneiras para solucionar este ou aquele problema de forma pontual, mas, essencialmente, termos consciência que estamos bloqueados, que estamos resistindo, que estamos impedindo que este fluxo poderoso de energia passe através de nós, que estamos nos afastando deste acesso a fonte primordial, que é a única capaz de solucionar todos os nossos problemas de uma só vez.

Se assim permitirmos, se não nos esquecermos de nos conectarmos com o divino, assumindo que para isso, devemos encarar as nossas próprias limitações, sem julgamentos, teremos a chance de experimentar o poder do desconhecido, os chamados milagres deste campo ilimitado, que é o responsável por toda a criação do universo e essencialmente, a ferramenta mais poderosa para a libertação e solução de qualquer problema. A consequência natural deste religar-se, é tornarmo-nos também criadores, como a própria fonte que nos supre, e assim, exercermos toda a nossa plenitude aqui nesta existência, plenitude que é a nossa verdadeira natureza.

Ho’oponopono p/ melhorar a condição financeira

Posted in Ho'oponopono para a Prosperidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 21, 2011 by carl1ike

 

Como melhorar a Condição Financeira

por Al McAllister

“O Dr. Ihaleakala Hew Len diz que a pobreza e a situação de insuficiência de dinheiro na vida da pessoa são memórias repetindo um mesmo padrão.

Esta consciência de pobreza, então, é um padrão de pensamento que se torna mais forte conforme as dificuldades financeiras aumentam; ele se torna auto-sustentável devido o tipo de energia negativa gerada por essa condição.

Toda vez que a pessoa pensa repetitivamente que “falta isso ou falta aquilo” cria-se um padrão, um ritmo de vibração que reforça a percepção e a manifestação de insuficiência na sua vida. Esse sentimento de não se ter o suficiente, essa vibração, atrai mais situações de real falta de recursos e condições. Repetem-se, então, pequenos eventos de insuficiência que mantêm a pessoa estressada, vibrando mais sentimentos de falta de recursos. Isso vai se amontoando criando um cenário de muito sofrimento e até desespero por não se poder arcar com os custos considerados como básicos e normais de vida. O problema com isso é que quando a pessoa se esforça para sair da situação, por ela estar sendo motivada pelo sentimento de insuficiência financeira, ela vibra este mesmo sentimento e chama para ela a mesma condição, perpetuando o sofrimento. Mesmo se desdobrando no trabalho, se esforçando muito, parece não adiantar nada. Também não adianta pensamento positivo, visualização, etc. Estas técnicas geram expectativas e expectativas estão sempre no futuro. A solução se encontra no Presente.

A boa notícia é que a experiência de se viver este padrão repetitivo existe para lhe dar a noção do que você não deseja mais em sua vida! A chave está em tirar seu foco do padrão de insuficiência financeira e colocá-lo nos sentimentos de gratidão e apreciação por tudo de bom que você tem em sua vida agora.
Como tirar o seu foco de cima do padrão de falta de recursos para se passar a apreciar e ser grato? Com o Ho’oponopono.
Comece sendo grato por ter os processos Ho’oponopono disponíveis em sua vida.

Acredite, a mudança pode ser instantânea quando “a ficha cair”; de que não somos seres inferiores ou “caídos”, necessitados do perdão de uma deidade, que não estamos em busca de um caminho para casa, nem de iluminação.
Nossa única tarefa é limpar esses padrões; observe-os, como eles ditam sua condição de insuficiência financeira, não precisamos nem identificá-los, somente permitir que a Divindade limpe-os.

Exemplo: tem uma conta que lhe gera ansiedade? Limpe em cima da ansiedade. Para a sessão pegue as contas ou faça uma lista de tudo que é dívida e coloque em um envelope ou caderno e utilize do processo da borracha de apagar. É importante você saber onde você se situa financeiramente, qual o seu ponto de partida para a condição de prosperidade em sua vida – afinal, tendo-se uma visão do tamanho dos compromissos facilita e agiliza a solução dos mesmos. Como? Não importa, limpe.

Aqui está uma maneira de se fazer o processo para esse assunto de dificuldade financeira:

“Divindade, recolha as memórias que estão se repetindo em mim neste cenário de falta de dinheiro, falta de prosperidade e abundância, e transmute-as… ao Zero”. Ao dizer isso você sente que está reconhecendo que a condição de insuficiência financeira não é real, são somente memórias (recordações, condicionamentos, que compõem sua programação de falta de dinheiro) se repetindo. Então, ao dizer para as memórias, “Sinto muito. Me perdoe”, você reconhece que você mesmo criou este cenário ao permitir que estas memórias se repetissem – portanto está assumindo a responsabilidade por isso. Isto é extremamente libertador.

“Eu te perdôo” traz o sentimento de libertação e amor. Você perdoa as memórias pelo sofrimento causado. “Sou grato. Te amo.“ Você reconhece e agradece as memórias pelas lições, conclui sua interação com elas e as libera agora, com o sentimento do trabalho feito, lição aprendida e amor por elas. A Divindade então limpa as memórias neutralizando-as.

Mantenha as frases no seu pensamento até conseguir perceber uma mudança no seu interior, você passa a vibrar um sentimento de felicidade, gratidão, de realização em potencial. O que chama prosperidade, abundância para sua vida.

Isso é poderoso.

“Quando você é o seu Eu em primeiro lugar, sua Identidade, como o Eu a Fonte Original o criou em sua exata imagem e semelhança, tudo que é Perfeito, Íntegro e Completo é acrescentado continuamente! Essa é a Identidade Plus.

A razão da existência é para você ser seu Eu primeiro, por último e sempre. Isso se consegue pela limpeza. É através da sua Identidade, livre das energias tóxicas de pensamentos, palavras, feitos e ações, que o Eu, a Fonte Original, lhe dará o Plus automaticamente.

Não lhe pode ser negado nada que é perfeito, íntegro, completo e certo para você quando você é o seu Eu primeiro.

Sendo seu Eu primeiro faz com que você automaticamente vivencie a perfeição em Pensamentos, Palavras, Feitos e Ações Divinos. Permitindo que seus pensamentos tóxicos sejam primeiros faz com que você automaticamente vivencie a imperfeição, como doenças, confusão, ressentimento, depressão, julgamento e pobreza.

O que é o Plus? Divina Paz, Divina Clareza e Divina Riqueza muito além de toda compreensão intelectual. E Plus é automático quando você é o seu Eu primeiro, por último e sempre.

Então, sermos nossos Eu primeiro, por último e sempre é singularmente nossa única razão de ser”.

© 2008 The Foundation of I,Inc. Freedom of the Cosmos

Ihaleakala Hew Len

texto escrito por Al McAllister

Para ter mais informações sobre Ho’oponopono, deixe-nos o seu comentário.

abs,

Carl

Conhecendo o mecanismo de manifestação de qualquer coisa em sua vida

Posted in Aprendo a materializar as coisas em sua vida with tags , , , , , , , , , , , , on agosto 25, 2010 by carl1ike

A Lei da Atração pressupõem que tudo o que você quer ser, realizar, materializar em sua vida está lá fora, fora do seu mundo interior, basta você atrair e pronto, porém, segundo Siva Baba, nós não atraímos as coisas ou fenômenos para a nossa vida, e sim as criamos, criamos aqui bem dentro de nós, criamos tudo que estamos vivendo até agora, sejam relacionamentos, casas, dinheiro, saúde, doenças, empregos, pobreza, etc. Se você conhecer os mecanismos que regem esta criação interior, você efetivamente poderá criar, manifestar o que bem quiser na sua vida. Assista ao vídeo a seguir e confira…