Arquivo para problemas financeiros

Luz, Câmera, Ação!

Posted in Luz Câmera Ação with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 9, 2012 by carl1ike

Qual o tipo de enredo vc está escolhendo viver? Drama, ação, romance, policial, terror, aventura, realização, sucesso, violência, tédio, desilusão, depressão, traição, problemas financeiros?

Pois saiba que você é o diretor e o roteirista do seu filme, ou seja, o filme da sua vida. Por pior que esteja a sua situação, foi vc quem escreveu este roteiro e é vc quem está dirigindo as cenas do que acontece com vc, e ao seu redor, dia após dia.

Parece esquizofrenia, mas, não é. É exatamente isto que está acontecendo. Tudo, absolutamente tudo que acontece à cada segundo da sua vida foi criado por vc, portanto, reveja em que vc está pensando, os hábitos e frequências energéticas às quais vc se sintoniza a toda hora, as negatividades, as carências e as impotencias às quais vc alimenta indefinidamente, até que elas se manifestem em sua realidade. 

Quanto mais rápido vc souber disso, mais rápido deixará de projetar seus problemas nos outros, nas situações externas, achando que tudo o que acontece com vc é obra do acaso, de forças externas e irá assumir o seu importante papel como diretor e roteirista deste filme, que pode ser o filme mais maravilhoso e inspirador da sua vida, ou ser o pior filme que vc já viveu até agora.

Você começará a aprender a focar em si mesmo e não ficar perdido nos outros, prestando atenção neles e não no que se passa dentro de vc. Toda vez que estiver observando os outros, as suas reações em relação à vc, volte o foco para dentro, para o que está sentindo aí dentro, para o que vc está percebendo dentro de vc e faça a limpeza das cenas que já não interessam mais, reescreva imediatamente o roteiro do que quer que aconteça com vc, sabendo que a sua estória pode ser mudada imediatamente, assim que vc tiver esta consciência, assim que perceber que tudo está em suas mãos, que a sua função principal é limpar, apagar, zerar as cenas que te desagradam e criar e viver as cenas que te fazem bem, que te elevam. Por enquanto, é isso…

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Por que nos sentimos Menos ? O Dinheiro e a Auto-Estima / Why do we feel less ? Money and the self steem

Posted in Por que nos sentimos menos? O dinheiro e a Auto Estima with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 20, 2012 by carl1ike

Vivemos numa sociedade perversa, que nos condiciona a assumirmos valores que não tem valor e que são, na melhor das hipóteses, distorcidos. Esta perversidade se torna ainda mais perigosa, quando não questionamos suas bases e apenas nos juntamos ao mar de pessoas que seguem suas vidas miseráveis material e emocionalmente, colaborando para que esse sistema se torne cada vez mais aniquilador.

É importante percebermos que esta “sociedade” ao qual nos referimos, não é uma massa disforme, distante e inacessível, como querem nos fazer acreditar, mas, sim, formada pelos valores de nossas famílias, pelos valores de nossos parentes, amigos, inimigos, chefes, funcionários, vizinhos, pais, mães, irmãos, enfim, pessoas comuns, que conhecemos ou não, que perpetuam a insanidade socialmente aceita, até que nós também nos tornemos um transmissor fiel desta mesma deturpação, nos impondo os piores castigos, caso não a respeitemos. Conscientes disto, temos pelo menos uma chance de modificar estes padrões de valores doentios, que se auto reproduzem indefinidamente, dentro e fora de nós.

Quais são esses valores ? Bem, podemos citar como exemplo, um dos mais arraigados e fundamentais deles, que é o valor atribuído ao dinheiro. O dinheiro em si, não é nem bom nem mal, ele depende do modo como o encaramos, do modo como o tratamos, porém, o dinheiro tem servido para encobrir nossas mais profundas distorções. Quantas vezes já não nos sentimos inferiorizados, menos favorecidos que os outros, rejeitados e excluídos de um grupo, de uma situação, de nossa família por não termos dinheiro ? Por não nos encaixarmos no padrão estabelecido por essa “sociedade”, que além de criar valores doentios, ignora deliberadamente qualquer tipo de individualidade e diferença e que alimenta a comparação como condição básica para medir nosso potencial.

Neste caso, estamos diante de um valor que nos diz claramente que: se você não tem dinheiro, você não tem valor, se você não tem dinheiro, você é menos, você é inferior, você é nada, você não merece estar vivo. A perversidade deste conceito está no fato de associarmos nosso valor pessoal, nossa auto-estima como seres humanos, nossa individualidade, nosso mais profundo estado de ser, ao quanto de dinheiro conseguimos gerar, conceito este totalmente equivoco. Ainda mais perverso, que também não importa da onde tenha vindo o dinheiro, contanto que ele esteja visível em forma de carros, casas, nº de cartões de crédito, roupas, viagens, contas bancárias, etc.

Não estamos afirmando aqui que o dinheiro seja sujo ou desnecessário, mas, sim, a forma como o dinheiro tem servido de pretexto para nos infligirmos os mais absurdos comportamentos, que fomentam a exclusão, o desafeto, a falta de compaixão, a inimizade, a violência, a doença, a ganância, a corrupção, a inveja, o complexo de inferioridade, a competição, a submissão, a anulação, a infelicidade, a depressão, a ansiedade, a ódio, o medo, o aprisionamento, etc.

Felizmente nem tudo está perdido, uma vez que existem tentativas de pessoas, que por inspiração ou missão de vida, abrem uma fenda neste sistema doentio e nos mostram que outros caminhos, talvez mais inteligentes, mais saudáveis e humanos são possíveis, como é o caso da ex-professora e ex-psicoterapeuta alemã de 69 anos: Heidemarie Schwermer que afirma que: “O dinheiro nos distrai do que é mais importante

We live in a perverse society that conditions us to assume values ​​that has no value at all and that are, at best, distorted. This perversity becomes even more dangerous when we do not question its bases and only join the endless sea of ​​people following their miserable lives materially and emotionally, contributing to the system to become even more annihilator.

It is important to realize that this “society” to which we refer, is not a shapeless mass, distant and inaccessible, as would they like us to believe, but, rather formed by the values ​​of our families, the values ​​of our relatives, friends, enemies, bosses, employees, neighbors, fathers, mothers, brothers, finally, ordinary people, we know it or not, that perpetuates this socially accepted insanity, until we also become a faithful transmitter of this  misrepresentation, imposing to ourselves the worst punishments, if we do not respect it. Aware of this, at least we have a chance to modify these ​​unhealthy values patterns that reproduce themselves indefinitely, inside and outside of us.

What are these values? Well, we can cite as an example, one of the most fundamental and rooted of them, which is the value assigned to money. Money itself is neither good nor bad, it depends on how we look at it, how we treat it, but, up to now, money has served to conceal our deepest distortions. How many times haven’t we  feel inferior, less fortunate than others, rejected and excluded from a group, of  a situation in our family for not having money? Because we do not fit to what was set by this “society”, which besides creating unhealthy values, deliberately ignores any kind of individuality and difference and that feeds the comparison as a basic condition to measure our potential.

In this case, we have a value that tells us clearly that: if you have no money, you have no value, if you do not have money, you are less, you are inferior, you are a loser, you are nothing, you do not deserve to be alive. The perversity of this concept lies in the fact of associating our self-worth, our self-worth as human beings, our individuality, our deepest state of being, to how much money you have or can generate, concept that is totally mistaken. Even more perverse, the fact that, it does not matter where your money came from, as long as it is visible in the form of cars, houses, number of credit cards, clothing, travels, bank accounts, etc.

We are not saying here that money is dirty or unnecessary, but up to now,  money has served as a pretext to inflict upon ourselves and others the most absurd behaviors that foster exclusion, disaffection, lack of compassion, enmity, violence, disease, greed, corruption, jealousy, inferiority complex, competition, submission, annulment, unhappiness, depression, anxiety, anger, fear, imprisonment, etc.

Fortunately we are not completely lost, since there are people’s attempts, who for inspiration or life mission, try to open a crack in this sick system we all live and try to show us that other ways, maybe smarter, healthier and more human are possible, as is the case the former teacher and former German psychotherapist of 69 years: Heidemarie Schwermer which states that: “Money distracts us from what is most important,”.

abs, regards,

Carl

Poderosa Ferramenta para a Solução de Problemas Complicados: emocionais, financeiros, pessoais, de relacionamento, psicológicos, familiares

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Quanta vezes já procuramos a solução para os vários problemas em nossa vida e geralmente, o que nos ocorre é uma solução passageira, que em pouco tempo, nos remete a uma situação ainda mais complicada da que nos encontrávamos. Torna-se necessário portanto, encontrarmos alguma ferramenta eficaz, que consiga realmente nos libertar dos conflitos diários, dos conflitos de nossa existência para que possamos progredir.

Essa ferramenta está disponível à qualquer um que queira usá-la, porém, exige alguns pré-requisitos necessários para o sucesso de sua utilização, ou seja, conhecermos como funciona a base do nosso ser. Como todos sabem, somos energia e consciência, vindos da fonte suprema, que ao entrarmos na condição de matéria, baixamos nossa vibração, distorcendo princípios que nos distanciam cada vez mais desta mesma fonte, fazendo-nos crer que nossa vida se resume neste mar de sofrimentos e dificuldades.

Na perspectiva do plano superior, isso apenas se deve por causa de uma deturpação do princípio fundamental, que é o bem, a abundância, o progresso, a felicidade, a vontade de viver. Todos os estados que nos causam dor, como o ódio, o ciúme, a inveja, a competição, a baixa auto-estima, o egoísmo, a solidão, a separação, nada mais são que a energia básica, pura e elevada em forma distorcida, o que gera uma diminuição na frequência de sua vibração e consequentemente um bloqueio desta energia vital poderosa, que cessa de fluir através de nós, criando tensão, resistência, gerando-nos a sensação de isolamento, de letargia, de escassez, de dualidade, de falta de unidade e negatividade.

Resumindo, não devemos tentar descobrir maneiras para solucionar este ou aquele problema de forma pontual, mas, essencialmente, termos consciência que estamos bloqueados, que estamos resistindo, que estamos impedindo que este fluxo poderoso de energia passe através de nós, que estamos nos afastando deste acesso a fonte primordial, que é a única capaz de solucionar todos os nossos problemas de uma só vez.

Se assim permitirmos, se não nos esquecermos de nos conectarmos com o divino, assumindo que para isso, devemos encarar as nossas próprias limitações, sem julgamentos, teremos a chance de experimentar o poder do desconhecido, os chamados milagres deste campo ilimitado, que é o responsável por toda a criação do universo e essencialmente, a ferramenta mais poderosa para a libertação e solução de qualquer problema. A consequência natural deste religar-se, é tornarmo-nos também criadores, como a própria fonte que nos supre, e assim, exercermos toda a nossa plenitude aqui nesta existência, plenitude que é a nossa verdadeira natureza.

Se você está devendo, é melhor assistir este vídeo

Posted in Independência Financeira with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on junho 9, 2011 by carl1ike

Se vc está atolado em dívidas, se seu salário não dá para nada, se o dinheiro escorre pela sua mão, é melhor vc ver este vídeo…

extraído do Ometz Group, apresentado pelo seu Presidente Flávio Augusto, criador também do Instituto Geração de Valor.

link: www.youtube.com/geracaodevalor?gl=BR&hl=pt