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“O Aniversário” – curta premiado em Gramado trata sobre o Sentido da Vida

Posted in Cinema: Curta Metragem "O Aniversário" with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 13, 2014 by carl1ike

Garota depressiva tem uma surpresa inusitada na sua festa de aniversário.

Depressive girl has an unusual surprise on her birthday party.

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Como libertar-se da Culpa e Auto-Sabotagem

Posted in Como libertar-se da culpa e auto-sabotagem with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 17, 2014 by carl1ike

escada

A culpa é um sentimento que sugere a falta de merecimento, o não permitir-se fluir, viver e desfrutar as boas coisas da vida. Se fizemos algo que consideramos errado, seja numa fase passada ou recente de nossa existência, este fato pode nos prender à padrões de auto-sabotagem e destruição que nos leva a viver uma vida opaca, sem brilho, enclausurados em sofrimentos e punições que muitas vezes são insuportáveis para nós e para os que nos rodeiam, estado interno, onde muitos acabam por sucumbir.

Todo nós já experienciamos situações, onde tudo estava indo bem, até que um pequeno detalhe, uma pequena ocorrência, acaba por destruir toda esperança e positividade, lançando-nos num turbilhão de problemas e conflitos, muitas vezes torturantes e intermináveis, que nos aniquilam interiormente, fazendo-nos confirmar que não somos dignos ou merecedores do bem que tanto almejávamos.

A lógica básica da culpa é: se sou culpado, preciso ser punido, e somos muito criativos e cruéis em nossas auto punições, somos na verdade o nosso pior carrasco.  Quanto sofrimento imposto, quantas possibilidades não realizadas, quantos anos de nossa vida gastos neste aprisionamento e falta de fluidez, que nos deprime a alma e nos faz muitas vezes pensar no suicídio.

É importante sabermos então de onde vem toda esta negação, toda esta capacidade de aniquilar as nossas próprias vidas. Todo ser humano é formado pelo Eu Inferior (ou a criança egoísta inconsciente, com toda a sua ignorância, destrutividade e todos os seus protestos de onipotência), o Ego Consciente (com todo o conhecimento e vontade conscientes) e o Eu Universal ou Superior (com sua sabedoria, seu poder e amor superiores, bem como sua compreensão abrangente da vida humana)

Para que possamos nos libertar destas situações negativas e deixarmos nossa vida fluir livremente, em todos os âmbitos, ou seja, da saúde, do bem estar, do equilíbrio, da prosperidade, do amor, da realização, dos relacionamentos, da profissão, é importante entrarmos em contato com nossa criança interna destrutiva, que desde cedo foi a responsável por criar concepções errôneas sobre nós e os outros, gerando ódios, rancores, maldade e qualquer sentimento negativo que nos invade atualmente.

Porém, este contato deve ser executado em conjunto com o nosso Ego Consciente, que nos provê a vontade de mudarmos, que sabe que não podemos continuar nestes mesmos padrões destrutivos, e com o Eu Superior, que é nossa essência divina, que é quem nos fornecerá as orientações e a força suficiente para conseguirmos encarar toda esta destrutividade, sem sucumbirmos internamente, achando que somos por fim, toda esta negatividade que vemos em nosso ser.

O Ego consciente, precisa ser receptivo e não julgar a nossa Criança destrutiva e onipotente, com todos os seus traumas, fúrias e distorções, pois, a medida que formos deixando-a se expressar seguramente, sem porém, nos identificarmos com ela, seremos capazes de identificar o que nos faz infelizes e teremos a oportunidade de reconstruirmos nossa vida, de forma sólida e digna, e desta maneira, usufruirmos todas as boas coisas que estão destinadas à nós, desde o princípio.

 

Desespero

Posted in Desespero with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 28, 2013 by carl1ike

imagesMuita gente hoje em dia está desesperada. A fonte de todo o desespero são os pensamentos negativos, que inundam a mente da pessoa e, que nesse turbilhão de medo, ansiedade e angústia, envolvem o indivíduo de maneira sombria, levando-o a acreditar que não existe saída para a sua situação, que o que ele percebe com suas lentes distorcidas é a realidade final, absoluta e imutável.

O desespero muitas vezes leva ao suicídio, à mutilação, à loucura, à agressão e ao total desequilíbrio de nossas faculdades mentais e emocionais. Porém, o desespero é apenas fruto do pensamento, que embalado em negatividade por nossas emoções, e nutrido pela nossa identificação total com a mente, gera este cenário negro insolúvel.

O grande antídoto contra o desespero é não nos identificarmos com a nossa mente, com os nossos pensamentos, com a situação difícil pela qual estamos passando. Ao invés de focarmos nossa atenção na mente, devemos transferir este foco para o coração. O coração é o nosso verdadeiro guia, nele não existe tormento, passado ou futuro, frustração ou euforia, apenas a indicação exata do que estamos sentindo agora, seja bom ou mal.

Nossa sociedade acredita que a mente é tudo, que tudo se baseia e vem dela, todos os investimentos são feitos para que nossa mente seja cada vez mais acessada, estimulada, desenvolvida, ampliada, para que cada vez mais fiquemos ligados à ela ininterruptamente, quando na verdade, o processo deveria ser exatamente o inverso, de nos distanciarmos cada vez mais, de darmos cada vez menos atenção à ela, de investirmos cada vez menos nossa atenção nesta função que serve apenas como um coadjuvante e nunca como o comandante de nossas vidas.

Na medida que transferimos nossa atenção para o coração, que é o verdadeiro centro de toda a nossa sabedoria e conexão com o ilimitado, percebemos instantaneamente que nossos sentimentos, emoções e equilíbrio interior voltam a se harmonizar naturalmente. Portanto ao invés de dar corda à sua mente, aos seus pensamentos, de toda a atenção ao seu coração. Não é à toa que a mente se chama mente, porque ela…

Relação entre a Baixa Auto Estima e os Comportamentos Auto Destrutivos

Posted in Auto Estima with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 19, 2012 by carl1ike

Como podemos romper o ciclo de comportamentos auto-destrutivos gerados por uma auto-estima negativa? Como podemos aumentar nossa auto-estima? O que sentimos sobre nós mesmos afeta nossa forma de agir, seja no trabalho, no amor, no sexo, como nos portamos como pais, e até mesmo nosso sucesso ou fracasso. Todas as dificuldades psicológicas – depressão ou ansiedade- vício do álcool ou drogas, comportamento agressivo com a família, disfunções sexuais ou emocionais, suicídio ou crimes violentos, estão relacionados com a auto-estima negativa. A auto-estima positiva é importante para uma vida satisfatória. .Quanto maior nossa auto-estima melhor trataremos as outras pessoas, com respeito, benevolência e boa vontade, pois não veremos os outros como ameaça, uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros. Auto-estima é o que eu penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim. Quando crianças nossa auto-confiança e nosso auto-respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos, conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós mesmos. Mas, nos primeiros anos de vida, nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro de nossa auto-estima. E, de qualquer forma, seja qual tenha sido nossa educação, quando adultos o mundo está em nossas próprias mãos, ninguém pode nos dar auto-confiança e amor próprio. A verdadeira auto-estima não se expressa pelo ideal de tornar-se superior aos outros ou de diminuir os outros para se elevar. Temos também o auto-conceito que avaliamos de acordo com nossa auto-estima positiva ou negativa. Viver conscientemente é uma das condições para elevar nossa auto-estima. Estar consciente, por exemplo, é prestar atenção à forma de ser de uma pessoa, para saber como será conviver com ela, o que podemos e não podemos esperar dela. Estar inconsciente, por exemplo, é casar-se com uma pessoa e reclamar depois, de forma surpresa, de certos comportamentos óbvios que ela manifesta e que conduzem a conflitos no relacionamento. É iludir-se, pensando que depois será diferente, não enxergar a realidade. No trabalho com a auto-estima, ênfase também é dada para a auto-aceitação. Significa ver e aceitar o que sentimos e o que somos sem bloqueios. Aceitar não significa necessariamente gostar do que percebemos em nós. Também não significa que não podemos desejar mudanças e melhoras. Significa vivenciar sem negar. Aceitar deixa-nos aptos às mudanças. Não podemos mudar as coisas cuja realidade negamos. Podemos temer tanto nossos pontos positivos quanto nossas fraquezas, e, desta forma, falta à auto-aceitação. É importante olharmos para nós mesmos com benevolência e vontade de entender (sem negar o erro de nosso comportamento). 
Conforme os anos vão passando e vamos crescendo, nos tornando adultos, fica reservado um espaço já tomado e preenchido por um sentimento de desamor por si mesmo. Mas, essa auto-imagem negativa que vai se formando a partir de sentimentos infantis, pode ser transformada a partir da autoconsciência e da determinação em transformá-la. Como diz o Dalai Lama, “… é hora de arrancar a flecha, não de saber quem a atirou”… Ou seja, não importa mais quem feriu quem provocou esse sentimento, ou por que você tem uma auto-imagem tão baixa, importa sim você se olhar de frente e se determinar a transformar esse estado de ser negativo para um estado mental mais positivo.

Podemos sentir arrependimento, mas não auto-condenação. Um dos piores erros é acreditar que o sentimento de culpa representa um tipo de virtude. Há pessoas que, quando jovens, são encorajadas por pais insensíveis ou pouco cuidadosos a acreditar que foram más ou inadequadas, e, mesmo como adultos, sentem-se impelidos a dar “razão” aos pais, protegendo assim o relacionamento pais-filhos, à custa da sua própria realização e auto-estima. Esse processo pode durar até muito tempo depois de os pais morrerem. O drama é interno. Se nossa meta é avaliar a nós mesmos e o nosso comportamento de maneira adequada, abrindo caminho para uma auto-estima mais elevada, precisamos muitas vezes voltar ao passado, para aquele “eu” que fomos num momento anterior da nossa história pessoal, para abraçar e “perdoar” a nós mesmos, e nos religar ao nosso eu – criança e ao nosso eu – adolescente. Pessoas que possuem elevada auto-estima vivem de forma ativa, não passiva, assumem plena responsabilidade por conquistar o que almejam, não esperam pelos outros para realizar seus sonhos, não se lamentam, e aceitam a responsabilidade pela própria existência. Outro tópico relevante para a elevação da auto-estima é viver com autenticidade. As mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima não são tanto as que contamos, mas as que vivemos. Assim, estou vivendo uma mentira quando finjo um amor que não sinto; quando finjo uma indiferença que não sinto; quando me mostro mais do que sou, ou menos do que sou; quando digo que estou zangado, mas, na verdade, estou com medo; quando finjo estar desamparado, mas na verdade estou manipulando; quando rio e quero chorar; quando finjo ter crenças sobre as quais não tenho convicção, só para ser aceito; quando digo admirar certo tipo de pessoa enquanto durmo com outro. Por outro lado, viver de forma autêntica não significa dizer compulsivamente a verdade, não significa revelar todos os pensamentos, sentimentos ou atos, independente do contexto, da sua adequação ou relevância, não significa contar voluntariamente verdades particulares de maneira indiscriminada ou promíscua, nem significa dar opiniões não solicitadas sobre a aparência das pessoas, ou fazer críticas exaustivas, mesmo que solicitadas. A maioria de nós recebeu uma educação que torna a apreciação da autenticidade muito difícil. Aprendemos muito cedo a negar o que sentimos, a usar uma máscara e a perder o contato com muitos aspectos do nosso eu interior, em nome do ajustamento ao mundo que nos cerca.

Quando nossa autoconfiança é abalada por uma má formação de nossa auto-imagem, temos muito medo de dar passos à frente, e muitas vezes perdemos a capacidade mais sublime que temos: a capacidade humana de sonhar.

Quando nossa auto-imagem não é bem clara a nós mesmos, quando o espelho no qual nos olhamos se encontra repleto de poeira, podemos seguir por dois caminhos distintos: podemos nos destruir através da construção e manutenção de uma auto-imagem negativa, em que não nos damos nenhuma chance de crescimento, exigimos muito pouco da vida e de nós mesmos, na certeza de que não merecemos a felicidade, ou nos tornamos arrogantes.
Arrogância é a característica daquele que arroga direitos que não têm, daquela pessoa que tem uma altivez excessiva. Sua energia se concentra na parte superior do corpo, e sua superioridade o distancia de seus irmãos humanos, pois ele se vê e se coloca acima dos demais. No budismo, a arrogância é considerada como uma das emoções doentias básicas.

Como diz o Dalai Lama: “Em geral, creio que ser honesto consigo mesmo e com os outros a respeito do que se é, ou do que não se é capaz de fazer, pode neutralizar essa sensação de falta de auto confiança”.

texto de Maria de Fátima Jacinto

extraído do site: http://www.artigonal.com/auto-ajuda-artigos/como-romper-o-ciclo-auto-destrutivo-e-aumentar-nossa-auto-estima-3705491.html