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Ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta

Posted in Amor de pai with tags , , , on junho 25, 2015 by carl1ike

maõBranco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.

Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.

O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

É culpa do pai, ou é culpa da mãe?

Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.

Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.

Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.

E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Extraído de:

http://thesecret.tv.br/2013/12/amor-de-pai-e-uma-das-principais-influencias-na-personalidade-humana/

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Coca Zero – A Publicidade, como ela deveria ser!

Posted in Coca Zero - A Publicidade como ela deveria ser with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 23, 2012 by carl1ike

coca4Quanto mais:

Depressão, ansiedade,              pensamentos negativos,  insônia, câncer, irritabilidade, confusão mental

 Melhor!

cavera laranjaAgora, com mais fenilalanina, mais cliclamato e aspartame!

Totalmente proibida na Europa e nos EUA,

Liberada apenas p/países de terceiro mundo, onde o consumidor é mais passivo, ignorante e menos informado, como você

Experimente!

“Para quem bebe ou para quem tem amigos que bebam.

Coca cola zero proibida nos EUA e primeiro mundo

Dr. Edgardo Derman, médico em San Juan, Argentina, a respeito de sua pesquisa sobre o refrigerante Coca-Cola Zero:
Para não incorrermos em divulgar notícia infundada, pesquisamos o site do Federal Drugs Administration, o mais respeitado órgão de controle de drogas e alimentos daquele país, cujas publicações merecem o crédito de toda a comunidade científica internacional.

“Faço minha contribuição a este interessantissimo artigo: Na década de setenta apareceu uma bebida que foi muito popular em seu momento. A casualidade é que a mesma era produzida também pela Coca-Cola e se chamava TAB, obtendo grande êxito já que era dietética. Nesta época, meu irmão, um engenheiro químico, estava fazendo uma Pós-Graduação na Espanha em Produtos Alimentícios e nos chamou atenção para não consumirmos esta bebida pois a mesma continha “Ciclamato”, um agente químico que reconhecidamente fazia mal à saúde.

DESDE ESSA ÉPOCA SE SABE QUE NÃO SE PODE USAR O CICLAMATO PARA CONSUMO HUMANO!

O Ciclamato, apesar dos alertas, continuou a ser usado em muitos produtos dietéticos, notadamente nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos.
Quando forem a um supermercado ou mercearia basta conferir os ingredientes para ver se apresenta esta nociva substância nas composições destes produtos. Agora prestem atenção: por que a Coca-Cola Zero, que contém Ciclamato, foi proibida nos Estados Unidos?

Conheça as razões do porquê. E mais uma questão: o que se passa na América Latina, onde este produto ainda não foi retirado do mercado? Fiquem de olho nesta bebida, afinal, o que você sabe da Coca-Cola Zero?

Depois de uma massiva propaganda do novo produto Coca-Cola Zero, começaram a aparecer na comunidade científica, artigos médicos sobre os malefícios do Ciclamato.
De outra forma, os consumidores começaram a questionar por que a Coca-Cola lançava um produto que viria concorrer com outro produto seu da mesma linhagem, a Coca-Cola Light. Afinal, as duas não prometiam a inexistência de açúcar em suas composições? Se ambas não contém açúcar, o que as diferenciava?

As respostas para estas questões estão a mostra num atento exame dos componentes de tais refrigerantes: a Coca Cola LIGHT possui: Acesulfame K (16mg/%) e Aspartame (24mg/%), num total de 40mg/100ml de bebida, de edulcorantes. Já a Coca Cola ZERO tem em sua formulação Ciclamato de Sódio (27mg%), Acesulfame K (15mg%) e Aspartame (12 mg%), tornando-a mais doce que a outra – um total 54mg/100ml de bebida).

Tendo em conta que o edulcorante «Ciclamato de Sodio» está terminantemente proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) – (Organismo máximo de controle de alimentos e drogas dos EEUU da América) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/kg do Aspartame, vem a pergunta: Que Coca-Cola você passará a tomar?

Nota da Redação: Parece fácil a resposta, ainda mais considerando-se que o Ciclamato de Sódio é cancerígeno, não? Entretanto, o que se vê é um contínuo incremento no consumo da Coca Zero em contraste a um decréscimo no consumo da Light. Especialmente nos países em que a Coca Zero não foi ainda tirada do mercado. O que faz isto? A massificação da propaganda da Coca Zero, contra praticamente nenhuma da Coca Light. Assim, somos induzido a ingerir um produto que, proibido em outros centros por conter um agente cancerígeno, ainda está a disposição em nossos mercados.

ANEXOS

Como é meu costume investigar pela Internet – não creio em verdades absolutas – entrei no site do FDA e… SURPRESA!
Lá, encontrei uma lista de aditivos e alimentos considerados seguros para a saúde humana, chamada, Generally Recognized as Safe (GRAS). Pois bem! Efetivamente o Ciclamato de Sódio aparece nesta lista com uma observação em inglês: Sodium cyclamate – NNS , ILL – Removed from GRAS – list 10-21-69 – 189. Ou seja, o Ciclamato de Sódio foi retirado da lista de aditivos e alimentos seguros. Confira em http://www.cfsan.fda…s/opa-appa.html

Continuei minha busca e encontrei através do site do FDA um “link” para uma outra lista com a sigla EAFUS (Everything Added to Food in the United States). Traduzindo: Todos os Aditivos de alimentos nos Estados Unidos. Lá, está claramente a proibição ao Ciclamato de Sódio: SODIUM CYCLAMATE-PROHIBITED. Quer a fonte? Consulte: http://www.cfsan.fda…~dms/eafus.html

Finalmente, deparei-me com outra lista de substâncias proibidas em alimentos para consumo humano. E lá estava: PART 189–SUBSTANCES PROHIBITED FROM USE IN HUMAN FOOD. 189.135 Cyclamate and its derivatives. Fonte: http://www.access.gp…1cfr189_03.html

Por que a Coca-Cola Zero é vendida nos Estados Unidos se a FDA proibiu o uso de Ciclamato de Sódio para consumo humano? A resposta é simples: A COCA-COLA ZERO vendida nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus NÃO CONTÉM Ciclamato de Sódio. Isto só acontece nos países pobres ou subdesenvolvidos como os da Europa Oriental e América Latina.
Quando no ano passado se tirou do mercado a Coca-Cola Zero no México criou-se uma grande polêmica porque ela continha Ciclamato e tiveram que trocá-la. A Coca Cola nunca aceitou dizer que ela havia sido tirada do mercado por causa do Ciclamato. Ao invés disto disse que a mesma foi retirada do mercado para “melhorar seu sabor”. É frustrante e indigno o que estes países fazem com os países do dito 3º Mundo. Não lhes interessa a saúde do consumidor (que em sua ignorância crêem estar usando produtos dietéticos seguros). Interessa-lhes, apenas, o lucro, o dinheiro.
Por incrível que pareça em minhas investigações a COCA-COLA ZERO que se vende na Espanha também possui esta coisa, o Ciclamato. Porém, está cada vez mais rara sua venda. A que vendem na Alemanha também contém esta droga.

POR FAVOR, CONTRIBUA COM UMA CAUSA JUSTA, REENVIE ESTE MENSAGEM.

Dr. Edgardo Derman MAAC
LU3PCJ – San Juan – ARGENTINA

Pra quem quiser ver os ingredientes da coca-cola zero vendida no Brasil: http://www.cocacolab…mp;conteudo=127

texto extraído do site: http://www.hipertrofia.org/forum/topic/12243-coca-cola-zero-proibida-nos-eua-e-primeiro-mundo-por-dr-edgardo-derman-maac/

Por que nos sentimos Menos ? O Dinheiro e a Auto-Estima / Why do we feel less ? Money and the self steem

Posted in Por que nos sentimos menos? O dinheiro e a Auto Estima with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 20, 2012 by carl1ike

Vivemos numa sociedade perversa, que nos condiciona a assumirmos valores que não tem valor e que são, na melhor das hipóteses, distorcidos. Esta perversidade se torna ainda mais perigosa, quando não questionamos suas bases e apenas nos juntamos ao mar de pessoas que seguem suas vidas miseráveis material e emocionalmente, colaborando para que esse sistema se torne cada vez mais aniquilador.

É importante percebermos que esta “sociedade” ao qual nos referimos, não é uma massa disforme, distante e inacessível, como querem nos fazer acreditar, mas, sim, formada pelos valores de nossas famílias, pelos valores de nossos parentes, amigos, inimigos, chefes, funcionários, vizinhos, pais, mães, irmãos, enfim, pessoas comuns, que conhecemos ou não, que perpetuam a insanidade socialmente aceita, até que nós também nos tornemos um transmissor fiel desta mesma deturpação, nos impondo os piores castigos, caso não a respeitemos. Conscientes disto, temos pelo menos uma chance de modificar estes padrões de valores doentios, que se auto reproduzem indefinidamente, dentro e fora de nós.

Quais são esses valores ? Bem, podemos citar como exemplo, um dos mais arraigados e fundamentais deles, que é o valor atribuído ao dinheiro. O dinheiro em si, não é nem bom nem mal, ele depende do modo como o encaramos, do modo como o tratamos, porém, o dinheiro tem servido para encobrir nossas mais profundas distorções. Quantas vezes já não nos sentimos inferiorizados, menos favorecidos que os outros, rejeitados e excluídos de um grupo, de uma situação, de nossa família por não termos dinheiro ? Por não nos encaixarmos no padrão estabelecido por essa “sociedade”, que além de criar valores doentios, ignora deliberadamente qualquer tipo de individualidade e diferença e que alimenta a comparação como condição básica para medir nosso potencial.

Neste caso, estamos diante de um valor que nos diz claramente que: se você não tem dinheiro, você não tem valor, se você não tem dinheiro, você é menos, você é inferior, você é nada, você não merece estar vivo. A perversidade deste conceito está no fato de associarmos nosso valor pessoal, nossa auto-estima como seres humanos, nossa individualidade, nosso mais profundo estado de ser, ao quanto de dinheiro conseguimos gerar, conceito este totalmente equivoco. Ainda mais perverso, que também não importa da onde tenha vindo o dinheiro, contanto que ele esteja visível em forma de carros, casas, nº de cartões de crédito, roupas, viagens, contas bancárias, etc.

Não estamos afirmando aqui que o dinheiro seja sujo ou desnecessário, mas, sim, a forma como o dinheiro tem servido de pretexto para nos infligirmos os mais absurdos comportamentos, que fomentam a exclusão, o desafeto, a falta de compaixão, a inimizade, a violência, a doença, a ganância, a corrupção, a inveja, o complexo de inferioridade, a competição, a submissão, a anulação, a infelicidade, a depressão, a ansiedade, a ódio, o medo, o aprisionamento, etc.

Felizmente nem tudo está perdido, uma vez que existem tentativas de pessoas, que por inspiração ou missão de vida, abrem uma fenda neste sistema doentio e nos mostram que outros caminhos, talvez mais inteligentes, mais saudáveis e humanos são possíveis, como é o caso da ex-professora e ex-psicoterapeuta alemã de 69 anos: Heidemarie Schwermer que afirma que: “O dinheiro nos distrai do que é mais importante

We live in a perverse society that conditions us to assume values ​​that has no value at all and that are, at best, distorted. This perversity becomes even more dangerous when we do not question its bases and only join the endless sea of ​​people following their miserable lives materially and emotionally, contributing to the system to become even more annihilator.

It is important to realize that this “society” to which we refer, is not a shapeless mass, distant and inaccessible, as would they like us to believe, but, rather formed by the values ​​of our families, the values ​​of our relatives, friends, enemies, bosses, employees, neighbors, fathers, mothers, brothers, finally, ordinary people, we know it or not, that perpetuates this socially accepted insanity, until we also become a faithful transmitter of this  misrepresentation, imposing to ourselves the worst punishments, if we do not respect it. Aware of this, at least we have a chance to modify these ​​unhealthy values patterns that reproduce themselves indefinitely, inside and outside of us.

What are these values? Well, we can cite as an example, one of the most fundamental and rooted of them, which is the value assigned to money. Money itself is neither good nor bad, it depends on how we look at it, how we treat it, but, up to now, money has served to conceal our deepest distortions. How many times haven’t we  feel inferior, less fortunate than others, rejected and excluded from a group, of  a situation in our family for not having money? Because we do not fit to what was set by this “society”, which besides creating unhealthy values, deliberately ignores any kind of individuality and difference and that feeds the comparison as a basic condition to measure our potential.

In this case, we have a value that tells us clearly that: if you have no money, you have no value, if you do not have money, you are less, you are inferior, you are a loser, you are nothing, you do not deserve to be alive. The perversity of this concept lies in the fact of associating our self-worth, our self-worth as human beings, our individuality, our deepest state of being, to how much money you have or can generate, concept that is totally mistaken. Even more perverse, the fact that, it does not matter where your money came from, as long as it is visible in the form of cars, houses, number of credit cards, clothing, travels, bank accounts, etc.

We are not saying here that money is dirty or unnecessary, but up to now,  money has served as a pretext to inflict upon ourselves and others the most absurd behaviors that foster exclusion, disaffection, lack of compassion, enmity, violence, disease, greed, corruption, jealousy, inferiority complex, competition, submission, annulment, unhappiness, depression, anxiety, anger, fear, imprisonment, etc.

Fortunately we are not completely lost, since there are people’s attempts, who for inspiration or life mission, try to open a crack in this sick system we all live and try to show us that other ways, maybe smarter, healthier and more human are possible, as is the case the former teacher and former German psychotherapist of 69 years: Heidemarie Schwermer which states that: “Money distracts us from what is most important,”.

abs, regards,

Carl

O que você precisa saber p/que a mudança total em sua vida comece hoje !

Posted in Mudança de vida with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 30, 2012 by carl1ike

Muitas vezes nos encontramos vivendo problemas que não conseguimos resolver há anos, problemas que parecem fazer parte de nossa estrutura interna mais intima de tão enraizados que estão, que parecem fazer parte de nossa personalidade e que nos põem para baixo o tempo todo, nos deprimindo, nos desanimando, nos dominando e com os quais não sabemos lidar, não vendo a mínima possibilidade de serem mudados, sejam eles de caráter emocional, psicológico, de relacionamento, familiar, financeiro, de saúde, existencial ou profissional.

Me refiro aqueles problemas, atitudes, comportamentos, auto imagens, sentimentos, pensamentos, julgamentos de nós mesmos que parecem cristalizados dentro de nós, pelos quais sofremos, nos debatendo internamente sem nunca visualizarmos uma saída e que além disso, recebem o tempo todo a confirmação externa das pessoas com as quais convivemos, nos fazendo fortalecer ainda mais a sua impossibilidade de solução e aumentando infinitamente nossa baixa auto estima.

Porém, agora, você pode solucioná-los. Sim, a saída, a solução para os seus problemas existe, aliás, não apenas uma saída ou uma solução existem, mas, várias. Apenas o que você precisa saber é que:

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” Você não pode criar nada se antes não pode concebê-lo”

e
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” Não há nenhum estado de ser, nenhuma experiência, nenhuma situação, conceito, sentimento ou objeto que já não exista no universo… Tudo no mundo existe em estado potencial…”.
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Portanto, assim que você perceber que a solução para os seus problemas mais difíceis já existe, você se concede o direito de viver esta solução, na verdade, estas várias soluções e abre espaço para que a mudança total em sua vida se inicie agora.
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(frases em negrito, extraídas do livro de Eva Pierrakos – O caminho da auto-transformação)

O Espelho da Alma

Posted in O Espelho da Alma with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 28, 2012 by carl1ike

“Se olharmos cuidadosamente para dentro de nós mesmos, veremos como estamos machucados, como nossa alma está dolorida. Apontamos o dedo em riste para o nosso coração e nos criticamos, nos comparamos, nos pressionamos, nos menosprezamos, nos desrespeitamos, nos agredimos, nos exigimos, nos cobramos, mantendo-nos em estado de constante luta interior, em constante auto negação, a lançarmos as flechas da imcompreensão, da rejeição, do julgamento, da antipatia e do desprezo contra a nossa sensível alma, que ferida, se isola e se retrai cada vez mais, enfraquecida pelo auto massacre, desfalecida pela falta de vitalidade.

Perdidos que estamos, num mar de referências externas e vazias, sentimo-nos cada vez mais secos, mais endurecidos, mais rígidos em nosso sofrimento e em nossa dor, achando que as distrações materiais, que o dinheiro, que o status, que as posições, que os cargos, serão capazes de comprar e de camuflar o nosso profundo pesar, o nosso profundo mal estar. Quanto mais nos afundamos em nosso desespero interior, mais nos debatemos, mais procuramos qualquer via de fuga que nos alivie, mesmo que por alguns instantes, de nossa devastação.

Olhamos para fora de nós e nos iludimos que os outros, com seus sorrisos calculados, com seus bens importados, com suas modas e grifes, com seus trejeitos de mesmice, estão a desfilar diante de nós o triunfo da felicidade tão almejada. Porém, não nos enganemos, estamos todos no mesmo barco, tentando disfarçar a nossa dor, como verdadeiros atores no teatro de marionetes da vida.

No camarim, distante da platéia e dos refletores, desabamos em nós mesmos, em nossa escuridão e o que encontramos são apenas cinzas espalhadas pelo chão, são pedaços de memórias e sonhos frustrados, são desejos e sentimentos afogados, a boiar em nosso oceano de dor. Ao lançarmos nosso olhar pela fresta da porta, notamos que existe um pequeno feixe de luz, que se amplifica a medida que nos aproximamos.

Confusos, sem nunca termos visto algo semelhante, somos atraídos pela luminosidade, que nos revela lentamente, algo que havíamos abafado durante toda a nossa existência. Cada vez mais curiosos e ansiosos para vermos o que está por detrás daquela porta, percebemos que em nosso bolso, encontra-se a chave para poder adentrá-la. Trêmulos, ofegantes, conseguimos girar a maçaneta e de súbito, do outro lado, vemos um enorme clarão, que a princípio nos cega, mas, que gradualmente vai-nos revelando uma sala de espelhos vazia, que agora se preenche com a nossa verdadeira imagem, com o nosso verdadeiro sentimento, que nos abraça a alma e que pela primeira vez, nos faz perceber um lampejo de vida cintilar em nosso coração, ao nos olharmos diretamente em nossos olhos, através da imagem refletida de nós mesmos, que se revela limpida, iluminada, amorosa e sábia, nos estendendo a mão em toda a sua compaixão e plenitude.

Ao tocarmos esta imagem, nos fundimos ao espelho e passamos para o outro lado, que à principio nos confunde, pela intesidade de amor, com o qual não estamos acostumados a nos deixar envolver. Olhamos de volta para o espelho que acabamos de cruzar e sentimos no âmago de nosso ser, que aquela vida, até então vivida, não era realmente a vida, mas, apenas um fragmento, um esboço de algo muito aquém de toda a sua grandeza e bondade…”