Arquivo para auto aceitação

Cair Levantar e Continuar

Posted in Cair Levantar e Continuar with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 4, 2014 by carl1ike

Aprender-a-tropecar-cair-e-levantar

A esta altura da vida, você já deve ter notado que nossa existência aqui na Terra não é nem um paraíso, nem um inferno total. Estamos todos aqui para aprender a superar nossas limitações, para cairmos e levantarmos, e seguirmos em frente, mesmo sendo tão inseguros, fracos, e cheios de dúvidas como somos. A perfeição está cada vez mais longe de ser uma realidade e o que nos resta, se quisermos realmente seguir em frente, é a auto aceitação, aceitar nosso lado nada glamuroso, repleto de falhas, egoísmos, mas, também de virtudes, muito pessoais, que só nós podemos libertá-las, fazê-las funcionar a nosso favor, quando mais precisamos.

Quando você estiver se sentindo para baixo, quando achar que nada dá certo na sua vida, que você é um caso perdido, é nestas horas que encarar o nosso aparente fracasso, assimilá-lo, respirar fundo, levantar a cabeça e seguir em frente é tão essencial, pois, você está a um passo do seu sucesso, da sua conquista, de mais uma nova etapa da sua vida. Tenha em mente que é preciso continuar, a vida, mesmo no universo, é contração e expansão, o tempo todo, se você está em baixo, sua tendência agora será subir, se está lá em cima, sua tendência agora é cair, mas, não se apegue a esses extremos, siga o caminho do meio, nem muito pra cá, nem muito pra lá, sinta-se internamente firme, em qualquer situação em que você esteja no momento, e um sopro suave mas constante o atingirá e o levará para onde desejar, mostrando que no final, sempre tudo dá certo.

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Um presente muito especial para as nossas almas !

Posted in Toda criança é especial with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on junho 1, 2012 by carl1ike

Olá pessoal, hoje, dia 01 de junho, o dia do meu aniversário, gostaria de compartilhar com vocês um verdadeiro presente para as nossas almas. Trata-se do filme: “Como Estrelas na Terra – Toda Criança é Especial” do diretor Aamir Khan e do roteirista Amole Gupte, que conta a estória de um garoto rejeitado pela família e pela sociedade por não conseguir ser como os outros, por ter dificuldade em aprender. Isolado e deprimido, ele começa a mudar qdo da chegada à escola de um professor temporário, que percebe que o menino sofre de dislexia.

A atenção, a dedicação e o respeito pelo garoto dado pelo novo professor, auxiliam o menino a se tornar o ser especial que ele sempre foi, compartilhando com todos os seus talentos, há muito soterrados pela repressão, pela cobrança excessiva e desumana, pelo foco exagerado na racionalidade em detrimento do sentimento, do coração e da intuição.

Este filme, não trata apenas de um professor excepcional e seu pupilo, de educação, mas, sim, em uma análise mais profunda, da maneira como nos tratamos interiormente, emocionalmente, psicologicamente, pois, todos os personagens, em última instância, são nossas próprias projeções, são nossa própria criação retratados no papel do pai incompreensível e radical, da mãe omissa, dos professores da escola que fazem o jogo do sistema, sem ao menos questioná-lo, da insensibilidade dos que o rodeiam, da repressão qto aos talentos e diferenças inatas de cada um de nós.

Analogamente, não seríamos todos disléxicos emocionalmente, internamente, psicologicamente no trato conosco mesmos ? O filme é tão precioso, por nos revelar este massacre interior que nos auto inflingimos, nos reprimindo, abafando o que há de mais precioso em nós mesmos, nos fazendo sofrer ao ponto de não termos mais vontade de viver, porém, ele sabiamente nos mostra que se tivermos a coragem e o comprometimento de nos libertarmos destes conceitos limitadores e castrativos, o que podemos esperar de nós mesmos, irá nos surpreender enormemente, assim como à todos que nos rodeiam…

Para assistir ao filme, veja o link:

http://www.youtube.com/watch?v=Xvbs8sLQWQ8

Resgate o que há de melhor em vc mesmo.

abs,

Carl

Relação entre a Baixa Auto Estima e os Comportamentos Auto Destrutivos

Posted in Auto Estima with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 19, 2012 by carl1ike

Como podemos romper o ciclo de comportamentos auto-destrutivos gerados por uma auto-estima negativa? Como podemos aumentar nossa auto-estima? O que sentimos sobre nós mesmos afeta nossa forma de agir, seja no trabalho, no amor, no sexo, como nos portamos como pais, e até mesmo nosso sucesso ou fracasso. Todas as dificuldades psicológicas – depressão ou ansiedade- vício do álcool ou drogas, comportamento agressivo com a família, disfunções sexuais ou emocionais, suicídio ou crimes violentos, estão relacionados com a auto-estima negativa. A auto-estima positiva é importante para uma vida satisfatória. .Quanto maior nossa auto-estima melhor trataremos as outras pessoas, com respeito, benevolência e boa vontade, pois não veremos os outros como ameaça, uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros. Auto-estima é o que eu penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim. Quando crianças nossa auto-confiança e nosso auto-respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos, conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós mesmos. Mas, nos primeiros anos de vida, nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro de nossa auto-estima. E, de qualquer forma, seja qual tenha sido nossa educação, quando adultos o mundo está em nossas próprias mãos, ninguém pode nos dar auto-confiança e amor próprio. A verdadeira auto-estima não se expressa pelo ideal de tornar-se superior aos outros ou de diminuir os outros para se elevar. Temos também o auto-conceito que avaliamos de acordo com nossa auto-estima positiva ou negativa. Viver conscientemente é uma das condições para elevar nossa auto-estima. Estar consciente, por exemplo, é prestar atenção à forma de ser de uma pessoa, para saber como será conviver com ela, o que podemos e não podemos esperar dela. Estar inconsciente, por exemplo, é casar-se com uma pessoa e reclamar depois, de forma surpresa, de certos comportamentos óbvios que ela manifesta e que conduzem a conflitos no relacionamento. É iludir-se, pensando que depois será diferente, não enxergar a realidade. No trabalho com a auto-estima, ênfase também é dada para a auto-aceitação. Significa ver e aceitar o que sentimos e o que somos sem bloqueios. Aceitar não significa necessariamente gostar do que percebemos em nós. Também não significa que não podemos desejar mudanças e melhoras. Significa vivenciar sem negar. Aceitar deixa-nos aptos às mudanças. Não podemos mudar as coisas cuja realidade negamos. Podemos temer tanto nossos pontos positivos quanto nossas fraquezas, e, desta forma, falta à auto-aceitação. É importante olharmos para nós mesmos com benevolência e vontade de entender (sem negar o erro de nosso comportamento). 
Conforme os anos vão passando e vamos crescendo, nos tornando adultos, fica reservado um espaço já tomado e preenchido por um sentimento de desamor por si mesmo. Mas, essa auto-imagem negativa que vai se formando a partir de sentimentos infantis, pode ser transformada a partir da autoconsciência e da determinação em transformá-la. Como diz o Dalai Lama, “… é hora de arrancar a flecha, não de saber quem a atirou”… Ou seja, não importa mais quem feriu quem provocou esse sentimento, ou por que você tem uma auto-imagem tão baixa, importa sim você se olhar de frente e se determinar a transformar esse estado de ser negativo para um estado mental mais positivo.

Podemos sentir arrependimento, mas não auto-condenação. Um dos piores erros é acreditar que o sentimento de culpa representa um tipo de virtude. Há pessoas que, quando jovens, são encorajadas por pais insensíveis ou pouco cuidadosos a acreditar que foram más ou inadequadas, e, mesmo como adultos, sentem-se impelidos a dar “razão” aos pais, protegendo assim o relacionamento pais-filhos, à custa da sua própria realização e auto-estima. Esse processo pode durar até muito tempo depois de os pais morrerem. O drama é interno. Se nossa meta é avaliar a nós mesmos e o nosso comportamento de maneira adequada, abrindo caminho para uma auto-estima mais elevada, precisamos muitas vezes voltar ao passado, para aquele “eu” que fomos num momento anterior da nossa história pessoal, para abraçar e “perdoar” a nós mesmos, e nos religar ao nosso eu – criança e ao nosso eu – adolescente. Pessoas que possuem elevada auto-estima vivem de forma ativa, não passiva, assumem plena responsabilidade por conquistar o que almejam, não esperam pelos outros para realizar seus sonhos, não se lamentam, e aceitam a responsabilidade pela própria existência. Outro tópico relevante para a elevação da auto-estima é viver com autenticidade. As mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima não são tanto as que contamos, mas as que vivemos. Assim, estou vivendo uma mentira quando finjo um amor que não sinto; quando finjo uma indiferença que não sinto; quando me mostro mais do que sou, ou menos do que sou; quando digo que estou zangado, mas, na verdade, estou com medo; quando finjo estar desamparado, mas na verdade estou manipulando; quando rio e quero chorar; quando finjo ter crenças sobre as quais não tenho convicção, só para ser aceito; quando digo admirar certo tipo de pessoa enquanto durmo com outro. Por outro lado, viver de forma autêntica não significa dizer compulsivamente a verdade, não significa revelar todos os pensamentos, sentimentos ou atos, independente do contexto, da sua adequação ou relevância, não significa contar voluntariamente verdades particulares de maneira indiscriminada ou promíscua, nem significa dar opiniões não solicitadas sobre a aparência das pessoas, ou fazer críticas exaustivas, mesmo que solicitadas. A maioria de nós recebeu uma educação que torna a apreciação da autenticidade muito difícil. Aprendemos muito cedo a negar o que sentimos, a usar uma máscara e a perder o contato com muitos aspectos do nosso eu interior, em nome do ajustamento ao mundo que nos cerca.

Quando nossa autoconfiança é abalada por uma má formação de nossa auto-imagem, temos muito medo de dar passos à frente, e muitas vezes perdemos a capacidade mais sublime que temos: a capacidade humana de sonhar.

Quando nossa auto-imagem não é bem clara a nós mesmos, quando o espelho no qual nos olhamos se encontra repleto de poeira, podemos seguir por dois caminhos distintos: podemos nos destruir através da construção e manutenção de uma auto-imagem negativa, em que não nos damos nenhuma chance de crescimento, exigimos muito pouco da vida e de nós mesmos, na certeza de que não merecemos a felicidade, ou nos tornamos arrogantes.
Arrogância é a característica daquele que arroga direitos que não têm, daquela pessoa que tem uma altivez excessiva. Sua energia se concentra na parte superior do corpo, e sua superioridade o distancia de seus irmãos humanos, pois ele se vê e se coloca acima dos demais. No budismo, a arrogância é considerada como uma das emoções doentias básicas.

Como diz o Dalai Lama: “Em geral, creio que ser honesto consigo mesmo e com os outros a respeito do que se é, ou do que não se é capaz de fazer, pode neutralizar essa sensação de falta de auto confiança”.

texto de Maria de Fátima Jacinto

extraído do site: http://www.artigonal.com/auto-ajuda-artigos/como-romper-o-ciclo-auto-destrutivo-e-aumentar-nossa-auto-estima-3705491.html

 

Total Auto Aceitação e a Auto Estima

Posted in auto conhecimento with tags on outubro 9, 2009 by carl1ike
Diamante bruto

Diamante bruto

Quantos de nós não passamos a maior parte de nosso tempo duvidando do nosso valor e pior do que isso, nos odiando profundamente, criticando-nos continuamente por todos os defeitos e imperfeições que possuímos, seja porque não conseguimos tempo para nos exercitarmos, porque nosso nariz é grande demais, porque não conseguimos aquela  promoção, etc, etc, etc. Essa atitude de extrema crítica e desaprovação pressupõem que deveríamos ser perfeitos, que deveríamos ser o modelo de equilíbrio, generosidade, compreensão  que estamos longe de ser, o que causa ainda mais ódio voltado contra nós mesmos, ódio este que muitas vezes é descarregado sem piedade nos mais próximos à nós. O que não sabemos é que para se atingir a paz interior, o bem estar interno que tanto procuramos e desejamos, que para atingirmos nossos objetivos, só existe uma maneira, que é a total auto aceitação de nós mesmos, aceitação total de como somos agora, aceitação integral de todos os nossos defeitos, imperfeições, falhas, talentos, virtudes, inseguranças, medos, conflitos, erros, etc. Ao escolhermos esta auto aceitação total nos integramos internamente, ao invés de criarmos ainda mais divisão, conflito e seperação. Esta integração é essencial p/atingirmos a serenidade, que nos conduzirá de volta à  retomada de nosso poder interno, ao fazermos cessar esse enorme gasto de energia que é combatermos e odiarmos à nós mesmos. Com essa energia disponível passamos a ver com mais clareza quem somos, o que somos, para que servimos, o que gostamos e não gostamos, enfim, passamos a ter o comando de nossas vidas em nossas mãos. A tranquilidade que esse estado gera, nos auxilia no respeito aos outros, no respeito à natureza, no respeito as diferenças e principalmente no respeito ao nosso mais individual Ser, que é o fundamento e a base para uma auto estima sólida e duradouro.